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quarta-feira, 20 de agosto de 2014
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Pilantragem Religiosa!
Convite à Loucura Nº42
O Reino de Deus e o reino dos
pilantras!
Um louco
milionário resolve construir um mega templo e põe na cabeça de pessoas crédulas
e incautas a mentira de que ali é o lugar onde encontra-se o Reino de Deus!
Usam textos como 2Crônicas 2.5, que diz: “A casa que edificarei há de ser grande,
porque o nosso Deus é maior do que todos os deuses.” Divulgam isso na imprensa e o que tem
de gente ansiosa por visitar esse lugar, não é brincadeira.
São pessoas que
vivem ansiosas, pois dão ouvidos a todo tipo de loucura feita, supostamente, em
nome de Deus. Os traficantes da Palavra dizem que o que se deve fazer é colocar
o reino de Deus acima de tudo, só que esse reino de Deus de que eles falam nada
mais é senão os átrios de seus próprios domínios, suas igrejas, suas
congregações, suas organizações, suas instituições e, a nova onda, seu mega
templo! Para eles, lá é o reino dos céus, o reino de Deus! E fora de lá não
existe reino de Deus. Pura heresia!
Quando dizem que
se deve colocar o reino de Deus acima de tudo, estão se referindo, ao texto de
Mateus 6.33. Seus adeptos vivem na ansiedade em busca desse reino que, para
eles, nada mais é do que uma vida melhor e muito mais próspera!
Vejamos o contexto de Mateus 6.33
“Por isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida,
quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que
haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do que
as vestes? Observai as aves do céu: não semeiam, não colhem, nem ajuntam em
celeiros; contudo, vosso Pai celeste as sustenta. Porventura, não valeis vós
muito mais do que as aves? Qual de vós, por ansioso que esteja, pode
acrescentar um côvado ao curso da sua vida? E por que andais ansiosos quanto ao
vestuário? Considerai como crescem os lírios do campo: eles não trabalham, nem
fiam. Eu, contudo, vos afirmo que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu
como qualquer deles. Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe
e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós outros, homens de pequena fé?
Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? Que beberemos? Ou: Com
que nos vestiremos? Porque os gentios é que procuram todas estas coisas; pois
vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas; buscai, pois, em primeiro
lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão
acrescentadas. Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará
os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal”. Mateus 6. 25-34.
Viver na busca por uma vida melhor e mais próspera,
nos leva a ansiedade. A ansiedade é burra porque ninguém pode acrescentar um
metro ao curso da vida. “Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?” ph===xun e(((///na; (píchin
éna), um só côvado. Essa frase
em grego refere-se a “distância” e também pode referir-se a acrescentar um
período de “tempo” à vida da pessoa. A ansiedade nem encurta distancia, nem
diminui espaço de tempo. Manter a ansiedade no coração é tolice, porque ela
adoece o coração e o corpo.
A verdadeira
busca pelo Reino de Deus não causa ansiedade.
Reino de Deus
não é o que está acontecendo do lado de fora. É antes, algo que está dentro. “Nem dirão: Ei-lo
aqui! Ou: Lá está! Porque o Reino de Deus está dentro de vós.” Lucas 17.21. A religião é quem torna a busca pelo Reino de
Deus em uma ansiedade.
Buscar o Reino
de Deus em mim é uma tarefa de descanso.
Buscar o Reino
de Deus em mim nunca é uma tarefa de ansiedade, nem de peregrinações ou visitas
a templo de ninguém em lugar nenhum!
Alguns acham que
o Reino de Deus não passa da instituição religiosa em que frequentam; buscar o
Reino, pra essas pessoas, nada mais é do que frequentar assiduamente seus
templos e suas reuniões, além de obedecer rigorosamente todas as ordens que
receberam de seus líderes.
O
Reino de Deus não se localiza nas geografias exteriores, porque o Reino de Deus
está dentro de nós, Lucas 17.20-21. Sendo assim não existe nenhum lugar pra ser
visitado como Encontramos o Reino de Deus quando
descansamos em Deus, confiamos, aceitamos o cuidado do amor de Deus por nós. É
converter o seu coração a confiança, ao amor, a misericórdia e ao perdão. É
descansar na provisão de Deus na certeza do amor de Deus por cada um de nós. “Mas
Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por
nós, sendo nós ainda pecadores.” Romanos 5.8.
Encontra-se o
Reino de Deus descansando nos braços do Pai.
Irmãos,
cuidado com mestres que só pensam em dinheiro, o amor ao dinheiro sempre foi
uma característica dos falsos profetas. O Senhor não se encontra em templos nem
em casas nem em prédios, ( Isaías 66.1-2; Atos 7.48-50), mas, em cada um dos
que crêem! O santuário terrestre que Deus habita é a Igreja, ou seja; todos os
remidos, “Não sabeis que sois santuários de Deus e que o Espírito de Deus habita
em vós?” 1Coríntios 3.16. É em cada um de nós que o Reino de Deus está;
assim devemos glorificar a Deus no nosso corpo, “Acaso, não sabeis que o vosso
corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de
Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora,
pois, glorificai a Deus no vosso corpo.” 1Coríntios 6.19-20.
O Senhor Deus
habita e anda conosco, pois somos o santuário do Deus vivente. “Que
ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do
Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o
seu Deus, e eles serão o meu povo.” 2Coríntios 6.16.
Orem, estudem a
Escritura, peçam discernimento à Deus, não creiam nesses pilantras que estão
por aí interessados somente em sugar seu dinheiro e sua vida.
O templo de Deus
é nosso corpo e seu Reino está em nós.
Esses falsos
pastores incentivam o povo a cultuar espaços físicos, quando o próprio Jesus
declarou que o Pai procura quem o adore em espírito e em verdade, sem se
importar se no monte, em casas, na rua ou no templo em Jerusalém, (João
4.20-24).
A peregrinação
que causará com a construção de tal obra não aviva a fé de ninguém, no mínimo
causa um retorno à superstição barata que alimenta a indústria religiosa e
enche cada vez mais o bolso desses pilantras institucionais.
Reino de Deus, nenhum vaticano, nenhum templo de Salomão,
nenhuma igreja concreta física, nenhum movimento conduzido por homens. Só Deus
conhece o Reino dele.
O que é necessário para se buscar o Reino de Deus?
O trabalho a ser feito é; descansar! O buscar o Reino de
Deus em nós só pode acontecer se for no paradoxo terreno da fé. Buscar o Reino
de Deus é um crer, é um confiar, é um aceitar, é um entregar, é um assumir, é
um descansar! Como já falei, para
apoiarem essa heresia, usam, entre outros o texto de 2Crônicas 2.5, onde
Salomão reconhece a grandeza do templo que iria construir. Mas, eles nada falam
de que Salomão também reconhece sua pretensão descabida que era achar-se hábil
o bastante para construir uma casa para Deus; “No entanto, quem seria capaz de
lhe edificar a casa, visto que os céus e até os céus dos céus o não podem
conter? E quem sou eu para lhe edificar a casa, senão para queimar incenso
perante ele?” 2Crônicas 2.6. Na oração feita na inauguração do templo,
Salomão disse: “Mas de fato, habitaria Deus com os homens na terra? Eis que os céus e
até o céu dos céus não te podem conter, quanto menos esta casa que eu
edifiquei.” 2Crônicas 6.18.
Deus não cabe nem mesmo no céu, 1Reis 8.27; Isaías 66.1;
Atos 17.24.
Portanto, o tal “templo de Salomão” não passa de um
insulto a Deus. Ainda que pareça engrandecê-lo, na verdade, faz exatamente o
contrário, tornando-o refém de uma estrutura de ferro, cimento e pedras.
Conclusão:
Que o Senhor
tenha misericórdia, não somente desses pilantras que usam sua palavra para
enganar, mas também desse povo crédulo, ignorante, desinformado, cegos e que
amam a mentira, Jeremias 5.30-31.
Em Cristo
Francisco
Rodrigues Filho
Religião é uma Desgraça!
Convite à Loucura Nº42
Religião é uma Desgraça!
Pego emprestado essa frase de um grande teólogo brasileiro:
“Religião é uma desgraça”. Porque realmente ela é!
O Que é Religião?
A palavra religião vem do latim religio, formada pelo prefixo re
(“outra vez, de novo”) e o verbo ligare
(“ligar, unir, vincular”). A religião é um vínculo. Quais as partes vinculadas?
O mundo profano e o mundo sagrado, isto é, a natureza e as divindades que
habitam a natureza ou um lugar separado da natureza.
Seja em qual for
a religião, o templo é uma peça indispensável.
Por meio da
sacralização e consagração, a religião cria a idéia de espaço sagrado. Os céus,
o monte Olimpo (na Grécia), as montanhas do deserto (em Israel), templos e
igrejas ( nas nossas sociedades) são santuários.
Resumidamente
Religião no sentido cristão, nada mais é do que o homem tentando, com todas as
forças, criar ou manter um vínculo com Deus enquanto que no espírito do
Evangelho de Cristo vemos Deus se vinculando ao homem. É por isso que cremos
que o verdadeiro cristão não pode ser religioso.
Se, hoje, alguém
se considera religioso ou diz fazer parte de uma religião, não poderia estar
mais longe da verdade de Deus.
Engana-se quem
pensa que somos religiosos. Não somos. E esse pensamento só cabe na cabeça de
quem não sabe o que é religião ou como se dá a religiosidade.
Quem observa o nosso trabalho, os nossos folhetos, os nossos estudos
verá que frequentemente estamos combatendo a religiosidade e seu sistema, assim
como Cristo fez!
O que a Bíblia diz?
A palavra religião como a conhecemos não existe na
bíblia.
Em Tiago
1.26-27, “Se alguém supõe ser religioso,(qrhsko//j) deixando de refrear a língua, antes,
enganando o próprio coração, a sua religião(qrhskei//a) é vã. A religião (qrhskei//a) pura
e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as
viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo.”
Aqui em Tiago
é o único uso que se faz desse adjetivo grego.
Qrisko//j, (thriskós),
foi um termo usado por escritores antigos no sentido de atividade, oração e
cerimônia de culto em geral.
Quando Tiago
escreveu esse termo ele não tinha a noção de religião como temos hoje. Algumas
vezes esse termo era usado no sentido de ritual, em contraste com a
verdadeira santidade;
e, nesse caso, o sentido é depreciatório. Explico isso para lhes mostrar o
quanto a religião é alheia a doutrina de Cristo, pois ele não nos ensinou a
seguir-mos ritual nenhum! O ritual, a oração cerimonial e cultos em geral que
agrada a nosso Deus é aquele que se caracteriza pela prática de amor à Deus e
ao próximo.
Embora essa
palavra seja, por si mesma, apropriada para descrever o culto religioso, com
seus ritos, cerimônias e questões externas, Tiago mostra que a verdadeira forma
de adorar a Deus deve ser mais profunda do que isso.
A palavra
original aqui traduzida, (Tiago 1.26-27), como religião, qrhsko//j, (thiskós) não
tem o significa de religião que conhecemos hoje em dia. Por isso o verdadeiro
discípulo de Cristo não pode se considerar um ser religioso, nem dizer que
Cristo fundou uma religião.
O nosso Senhor
não era religioso, por isso também nós não podemos ser; mas, será exagero dizer
que a religião é uma desgraça? Não! A religião é exatamente isso, sabe por que?
Vejamos o porquê dessa minha opinião!
Ceia do Senhor!
Jesus,
instituiu uma refeição completa, (deipnon), deípnon, para seus discípulos recordarem
a relação que tinham com Cristo e uns com os outros.
A religião
transformou isso em um ritual simbólico onde a refeição foi substituída por um
dedal de suco de uva e uma migalha de pão.
Batismo Cristão.
Deus instituiu o batismo como a forma de demonstrar para
o mundo, de forma visível e externa, aquilo que antes já tenha ocorrido no
interior e de forma invisível, que foi o batismo com o Espírito Santo,
transformando aquele pecador em um santo justificado por Deus.
A religião
transformou o batismo em um ritual onde o indivíduo se declara salvo. A
religião fez do batismo, nada mais do que uma condição necessária para
pertencer a uma determinada instituição. Tanto que se o indivíduo, durante sua
vida, pertencer a dez instituições, ele terá que se batizar dez vezes. Se
alguém quer pertencer a um grupo religioso, tem que batizar-se. É um ticket, um
ingresso para entrar em uma instituição religiosa, onde a forma depende do ramo
teológico; tem que mergulhar na água, outro diz que é jogando água na cabeça.
A Conversão!
Biblicamente o indivíduo é convertido quando o Espírito
Santo vem, de forma voluntária, morar nele por pura graça. Convertendo-lhe e
convencendo do pecado da justiça e do juízo, (João 16.8).
A religião transformou a conversão em ritual onde o
camarada é quem decide e escolhe levantar a mão em uma reunião e ir até a
frente receber uma oração e apartir Dalí tem por obrigação de participar de
suas reuniões, entregar na igreja dez por cento do que ganhar e obedecer a
todas as mandingas proporcionadas pelos seus líderes, suas confissões de fé,
cânones, credos e estatutos. Se não for assim, na religião, você não se
converteu!
O Evangelismo!
O Próprio Evangelho nos ensina que evangelizar, como a
própria designação sugere, é espalhar o evangelho, e o evangelho é todo o
ensino do Cristo vivo.
A religião transformou a evangelização em nada mais do
quê recrutar pessoas para determinada instituição.
Política.
A maioria das religiões desejam ardentemente destacar-se
no mundo político. Algumas instituições até tentam desesperadamente colocar, e
outras até conseguem, seus líderes no mundo político. Uma grande obsessão das
instituições aqui no Brasil é colocar algum de seus líderes como presidente.
Os cristãos não se envolviam em assuntos políticos no
início da igreja cristã. Isso por que Jesus sempre assumiu uma posição neutra
nesse assunto. Ele rejeitou firmemente propostas para se tornar um governante
político (Mateus 4.8-100. “Sabendo, pois, Jesus que estavam para vir
com o intuito de arrebatá-lo para o proclamarem rei, retirou-se novamente,
sozinho, para o monte.” João 6.15.
Pilatos, o governador da Judéia do tempo de Jesus
perguntou a ele sobre supostas ambições políticas, veja como Jesus respondeu,
(João 18.33-36). Fica claro que Jesus não se envolvia no sistema político de
seus dias.
A Palavra de Deus.
A Palavra de Deus é suficiente para converter os homens
de seus maus caminhos. Romanos 10.17.
Diante de tudo que foi visto, nota-se que a religião
tenta invalidar a Palavra de Deus por causa de sua tradição!
“Invalidando a palavra de Deus pela vossa própria
tradição, que vós mesmos transmitistes; e fazeis muitas outras coisas
semelhantes.” Marcos 7.31. Aqui Jesus condena a tradição
dos anciões da religião judaica.
Salvação por meio
de...
Em toda religião, as pessoas lutam para se livrar do
pecado e, para isso, utilizam de várias práticas. Tipo; orar de maneira
específica, fazer muitas boas obras, suprimir o prazer sexual legítimo delas,
seguir dietas especiais, deitar em camas com pregos etc.
A singularidade de Jesus é apresentada em sua declaração:
“...
o Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados...” (Mateus
9.6). Não há obra de religião alguma que possa nos livrar de nossos pecados.
Conclusão:
Por tudo isso e muito mais, declaramos que não somos
religiosos nem o foi o nosso Senhor Jesus Cristo. Porque religião é uma
desgraça.
Em Cristo
Francisco Rodrigues Filho
sábado, 9 de agosto de 2014
PARA MEUS LEITORES !!
Lei contra o ‘’cristianismo’’
Guerra de morte contra o vício: o vício é o cristianismo
Artigo Primeiro – Qualquer espécie de antinatureza é vício. O tipo de homem mais vicioso é o padre: ele ensina a antinatureza. Contra o padre não há razões: há cadeia.
Artigo Segundo – Qualquer tipo de colaboração a um ofício divino é um atentado contra a moral pública. Seremos mais ríspidos com protestantes que com católicos, e mais ríspidos com os protestantes liberais que com os ortodoxos. Quanto mais próximo se está da ciência, maior o crime de ser cristão. Conseqüentemente, o maior dos criminosos é filósofo.
Artigo Terceiro – O local amaldiçoado onde o cristianismo chocou seus ovos de basilisco deve ser demolido e transformado no lugar mais infame da Terra, constituirá motivo de pavor para a posteridade. Lá devem ser criadas cobras venenosas.
Artigo Quarto – Pregar a castidade é uma incitação pública à antinatureza. Qualquer desprezo à vida sexual, qualquer tentativa de maculá-la através do conceito de “impureza” é o maior pecado contra o Espírito Santo da Vida.
Artigo Quinto – Comer na mesma mesa que um padre é proibido: quem o fizer será excomungado da sociedade honesta. O padre é o nosso chandala – ele será proscrito, lhe deixaremos morrer de fome, jogá-lo-emos em qualquer espécie de deserto.
Artigo Sexto – A história “sagrada” será chamada pelo nome que merece: história maldita; as palavras “Deus”, “salvador”, “redentor”, “santo” serão usadas como insultos, como alcunhas para criminosos.
Artigo Sétimo – O resto nasce a partir daqui.
"Pessoas para quem a vida cotidiana é muito vazia e monótona se tornam facilmente religiosas: isto é compreensível e perdoável, mas elas não tem o direito de exigir religiosidade daquelas para quem a vida não transcorre vazia e monótona."
"Qualquer experiência religiosa é prejudicial ao homem."
“igrejas”: Máquinas de estuprar cérebros, almas e transformar vivos em cadáveres!
Como consequência, o templo, o sacerdócio e o sacrifício do Judaísmo cessaram com a vinda de Jesus Cristo. Cristo é o cumprimento e a realidade de tudo isso. No paganismo Greco-romano. Estes 3 elementos também estavam presentes: Os pagãos tiveram seus templos, seus sacerdotes e seus sacrifícios. Foram apenas os cristãos que descartaram todos estes elementos. Poder-se-ia dizer que o cristianismo foi a primeira religião sem templos. Na mente do cristão primitivo, era a pessoa que constituía o espaço sagrado, não a arquitetura. Os primeiros cristãos entendiam que eles mesmos — coletivamente — eram o templo de Deus e a casa de Deus. Notavelmente, em nenhuma parte do NT, encontramos os termos “igreja” (ekklesia), “templo”,ou “casa de Deus”, usados para referir-se a edifícios próprios. Ao ouvido do cristão do século I, descrever um edifício como ekklesia (igreja) seria como chamar uma mulher de arranha-céu! O uso inicial da palavra ekklesia (igreja) para referir-se a um lugar de reunião cristã ocorre no ano 190 d.C. por Clemente de Alexandria (150-215). Clemente foi a primeira pessoa a utilizar a frase “ir à igreja”, que era um pensamento alheio ao crente do século I. (Ninguém pode deslocar-se a um lugar que é ele mesmo! Ao longo do NT, ekklesia sempre se referiu a uma assembleia de pessoas, não a um lugar!). Isso despertou nesses hereges, a falta de integridade moral, social e ideológica, pois eles não têm temor a Deus e muito menos crer que Deus existe. Estão ali somente pela profissão de pastor explorando as pobres almas oprimidas pelo capitalismo, com ameaças de maldição baseadas em textos bíblicos do antigo testamento. Algumas dessas almas sofrem uma lavagem cerebral tão grande, que mesmo discernindo todas as falcatruas, explorações voluntárias de pobres crédulos, etc... Ainda continuam pelo status promovido pelo clero, pois logo de início, passam por uma alienação chamada de discipulado, que estupram seus cérebros com doutrinas heréticas de demônios, que o crente não pode isso... Não pode aquilo... E chega um momento em que ele só ver que o que não é pecado é estar dentro do templo, que em minha sincera opinião... É onde estar o maior número de pecados que um ser humano pode cometer.
Constantino — Pai do Edifício da “igreja”
A história de Constantino (285-337 d.C.) abre uma página tenebrosa na história da cristandade. Foi ele quem iniciou a construção dos edifícios eclesiásticos. A história é assombrosa. Quando Constantino entrou em cena, era favorável que os cristãos escapassem de sua condição de desprezo e de minoria. A tentação pela aceitação foi por demais forte para resistir e a bola de neve constantiniana começou a rolar. Em 312 d.C., Constantino tornou-se César do Império Ocidental. Em 324, ele tornou-se Imperador de todo Império Romano. Pouco tempo depois ele começou a ordenar a construção de edifícios de igreja. Ele fez isso para promover a popularidade e a aceitação da cristandade.
É importante entender a tática de Constantino — porque ele foi o útero que concebeu o edifício da igreja. O pensamento de Constantino era dominado pela superstição e pela magia pagã. Mesmo após tornar-se Imperador, ele permitiu às velhas instituições pagãs permanecerem como eram antes. Mesmo após sua conversão ao cristianismo, Constantino nunca abandonou sua adoração ao deus sol. Ele manteve a imagem do sol cunhada na moeda. Ele montou uma estátua do deus sol que sustentava sua própria imagem no Foro de Constantinopla (sua nova capital). Constantino também mandou construir uma estátua da deusa Cibele, (embora apresentada em postura de adoração cristã). (Historiadores continuam a debater se Constantino foi ou não um genuíno cristão. O fato de ter ordenado a execução de seu filho mais velho, seu sobrinho, e seu cunhado, não fortalece o expediente no que diz respeito à sua conversão. Mas não estamos aqui para levar avante esse tipo de discussão). Em 321 d.C., Constantino decretou o domingo como dia de descanso — um feriado legal. Parece que a intenção de Constantino era honrar ao deus Mitras, o Sol Invencível. (Constantino descreveu o domingo como “o dia do sol”). Confirmando sua afinidade com a adoração do sol, as escavações de São Pedro de Roma descobriram um mosaico de Cristo como o Sol Invencível. Praticamente até o dia de sua morte Constantino “agia como um sumo sacerdote pagão”. Na realidade ele detinha o título pagão de Pontifex Máximus, que significa o chefe dos sacerdotes pagãos! (No século XV este mesmo título chegou a ser o título honorífico do Papa Católico). Constantino usou decorações e rituais tanto pagãos como cristãos na dedicatória de sua nova capital, Constantinopla. Ele utilizou fórmulas de magia pagã para proteger as colheitas e sanar as enfermidades. Além disso, toda evidência histórica indica que Constantino era egomaníaco. Quando construiu a nova “Igreja dos Apóstolos”, ele erigiu monumentos aos doze Apóstolos, os quais ladeavam um único sepulcro central.
Então, com tudo isso, pode existir alguma verdade nas igrejas institucionais de nossos dias?
Caminho do discípulo
– Com isto concluo e pronuncio meu julgamento: eu condeno o cristianismo; lanço contra a igreja cristã a mais terrível acusação que um acusador já teve em sua boca. Para mim ela é a maior corrupção imaginável; busca perpetrar a última, a pior espécie de corrupção. A igreja cristã não deixou nada intocado pela sua depravação; transformou todo valor em indignidade, toda verdade em mentira e toda integridade em baixeza de alma. Que se atrevam a me falar sobre seus benefícios “humanitários”! Suas necessidades mais profundas a impedem de suprimir qualquer miséria; ela vive da miséria; criou a miséria para fazer-se imortal... Por exemplo, o verme do pecado: foi a igreja que enriqueceu a humanidade com esta desgraça! – A “igualdade das almas perante Deus” – essa fraude, esse pretexto para o rancor de todos espíritos baixos – essa idéia explosiva terminou por converter-se em revolução, idéia moderna e princípio de decadência de toda ordem social – isso é dinamite cristã... Os “humanitários” benefícios do cristianismo! Fazer da humanitas(1) uma autocontradição, uma arte da autopoluição, um desejo de mentir a todo custo, uma aversão e desprezo por todos instintos bons e honestos! Para mim são esses os “benefícios” do cristianismo! – O parasitismo como única prática da igreja; com seus ideais “sagrados” e anêmicos, sugando da vida todo o sangue, todo o amor, toda a esperança; o além como vontade de negação de toda a realidade; a cruz como símbolo representante da conspiração mais subterrânea que jamais existiu – contra a saúde, a beleza, o bem-estar, o intelecto, a bondade da alma – contra a própria vida...
Escreverei esta acusação eterna contra o cristianismo em todas as paredes, em toda parte onde houver paredes – tenho letras que até os cegos poderão ler... Denomino o cristianismo a grande maldição, a grande corrupção interior, o grande instinto de vingança, para o qual nenhum meio é suficientemente venenoso, secreto, subterrâneo ou baixo – chamo-lhe a imortal vergonha da humanidade...
E conta-se o tempo a partir do dies nefastus(2) em que essa fatalidade começou – o primeiro dia do cristianismo! – Por que não contá-lo a partir do seu último dia? – A partir de hoje? – Transmutação de todos os valores!...
1 – Caráter humano, sentimento humano.
2 – Dia nefasto.
Onde está o Sábio?
Este texto pertence aos homens mais raros. Talvez nenhum deles sequer esteja vivo. É possível que se encontrem entre aqueles que compreendeu a verdadeira sabedoria: como eu poderia misturar-me àqueles aos quais se presta ouvidos atualmente? – Somente os dias vindouros me pertencem. Alguns homens nascem póstumos.
As condições sob as quais sou compreendido, sob as quais sou necessariamente compreendido – conheço-as muito bem. Para suportar minha seriedade, minha paixão, é necessário possuir uma integridade intelectual levada aos limites extremos. Estar acostumado a viver no cimo das montanhas – e ver a imundície política e o nacionalismo abaixo de si. Ter se tornado indiferente; nunca perguntar se a verdade será útil ou prejudicial... Possuir uma inclinação – nascida da força – para questões que ninguém possui coragem de enfrentar; ousadia para o proibido; predestinação para o labirinto. Uma experiência de sete solidões. Ouvidos novos para música nova. Olhos novos para o mais distante. Uma consciência nova para verdades que até agora permaneceram mudas. E um desejo de economia em grande estilo – acumular sua força, seu entusiasmo... Auto-reverência, amor-próprio, absoluta liberdade para consigo...
Muito bem! Apenas esses são meus leitores, meus verdadeiros leitores, meus leitores predestinados: que importância tem o resto? – O resto é somente a humanidade. – É preciso tornar-se superior à humanidade em poder, em grandeza de alma – em desprezo.
PARA MEUS LEITORES !!...
Estamos convencidos de que o pior mal, tanto para a humanidade quanto para a verdade e o progresso, são as " igrejas". Poderia ser de outra forma? Pois não cabe as "igrejas". A tarefa de perverter as gerações mais novas e especialmente as mulheres. Não são elas que, através de seus dogmas, suas mentiras, sua estupidez e sua ignomínia tenta destruir o pensamento lógico e a ciência? Não são elas que ameaçam a dignidade do homem, pervertendo suas idéias sobre o que é bom e o que é justo? Não são elas que transformam os vivos em cadáveres ,despreza a liberdade e prega a eterna escravidão das massas em benefício dos tiranos e dos exploradores? Não são essas mesmas "igrejas" implacáveis que procuram perpetuar o reino das sombras, da ignorância, da pobresa e do crime? Se não quisermos que o progresso seja, em nosso século, um sonho mentiroso, devemos acabar com as "igrejas".
SÓCRATES RANDINELY DE LUCENA
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Guerra de morte contra o vício: o vício é o cristianismo
Artigo Primeiro – Qualquer espécie de antinatureza é vício. O tipo de homem mais vicioso é o padre: ele ensina a antinatureza. Contra o padre não há razões: há cadeia.
Artigo Segundo – Qualquer tipo de colaboração a um ofício divino é um atentado contra a moral pública. Seremos mais ríspidos com protestantes que com católicos, e mais ríspidos com os protestantes liberais que com os ortodoxos. Quanto mais próximo se está da ciência, maior o crime de ser cristão. Conseqüentemente, o maior dos criminosos é filósofo.
Artigo Terceiro – O local amaldiçoado onde o cristianismo chocou seus ovos de basilisco deve ser demolido e transformado no lugar mais infame da Terra, constituirá motivo de pavor para a posteridade. Lá devem ser criadas cobras venenosas.
Artigo Quarto – Pregar a castidade é uma incitação pública à antinatureza. Qualquer desprezo à vida sexual, qualquer tentativa de maculá-la através do conceito de “impureza” é o maior pecado contra o Espírito Santo da Vida.
Artigo Quinto – Comer na mesma mesa que um padre é proibido: quem o fizer será excomungado da sociedade honesta. O padre é o nosso chandala – ele será proscrito, lhe deixaremos morrer de fome, jogá-lo-emos em qualquer espécie de deserto.
Artigo Sexto – A história “sagrada” será chamada pelo nome que merece: história maldita; as palavras “Deus”, “salvador”, “redentor”, “santo” serão usadas como insultos, como alcunhas para criminosos.
Artigo Sétimo – O resto nasce a partir daqui.
"Pessoas para quem a vida cotidiana é muito vazia e monótona se tornam facilmente religiosas: isto é compreensível e perdoável, mas elas não tem o direito de exigir religiosidade daquelas para quem a vida não transcorre vazia e monótona."
"Qualquer experiência religiosa é prejudicial ao homem."
“igrejas”: Máquinas de estuprar cérebros, almas e transformar vivos em cadáveres!
Como consequência, o templo, o sacerdócio e o sacrifício do Judaísmo cessaram com a vinda de Jesus Cristo. Cristo é o cumprimento e a realidade de tudo isso. No paganismo Greco-romano. Estes 3 elementos também estavam presentes: Os pagãos tiveram seus templos, seus sacerdotes e seus sacrifícios. Foram apenas os cristãos que descartaram todos estes elementos. Poder-se-ia dizer que o cristianismo foi a primeira religião sem templos. Na mente do cristão primitivo, era a pessoa que constituía o espaço sagrado, não a arquitetura. Os primeiros cristãos entendiam que eles mesmos — coletivamente — eram o templo de Deus e a casa de Deus. Notavelmente, em nenhuma parte do NT, encontramos os termos “igreja” (ekklesia), “templo”,ou “casa de Deus”, usados para referir-se a edifícios próprios. Ao ouvido do cristão do século I, descrever um edifício como ekklesia (igreja) seria como chamar uma mulher de arranha-céu! O uso inicial da palavra ekklesia (igreja) para referir-se a um lugar de reunião cristã ocorre no ano 190 d.C. por Clemente de Alexandria (150-215). Clemente foi a primeira pessoa a utilizar a frase “ir à igreja”, que era um pensamento alheio ao crente do século I. (Ninguém pode deslocar-se a um lugar que é ele mesmo! Ao longo do NT, ekklesia sempre se referiu a uma assembleia de pessoas, não a um lugar!). Isso despertou nesses hereges, a falta de integridade moral, social e ideológica, pois eles não têm temor a Deus e muito menos crer que Deus existe. Estão ali somente pela profissão de pastor explorando as pobres almas oprimidas pelo capitalismo, com ameaças de maldição baseadas em textos bíblicos do antigo testamento. Algumas dessas almas sofrem uma lavagem cerebral tão grande, que mesmo discernindo todas as falcatruas, explorações voluntárias de pobres crédulos, etc... Ainda continuam pelo status promovido pelo clero, pois logo de início, passam por uma alienação chamada de discipulado, que estupram seus cérebros com doutrinas heréticas de demônios, que o crente não pode isso... Não pode aquilo... E chega um momento em que ele só ver que o que não é pecado é estar dentro do templo, que em minha sincera opinião... É onde estar o maior número de pecados que um ser humano pode cometer.
Constantino — Pai do Edifício da “igreja”
A história de Constantino (285-337 d.C.) abre uma página tenebrosa na história da cristandade. Foi ele quem iniciou a construção dos edifícios eclesiásticos. A história é assombrosa. Quando Constantino entrou em cena, era favorável que os cristãos escapassem de sua condição de desprezo e de minoria. A tentação pela aceitação foi por demais forte para resistir e a bola de neve constantiniana começou a rolar. Em 312 d.C., Constantino tornou-se César do Império Ocidental. Em 324, ele tornou-se Imperador de todo Império Romano. Pouco tempo depois ele começou a ordenar a construção de edifícios de igreja. Ele fez isso para promover a popularidade e a aceitação da cristandade.
É importante entender a tática de Constantino — porque ele foi o útero que concebeu o edifício da igreja. O pensamento de Constantino era dominado pela superstição e pela magia pagã. Mesmo após tornar-se Imperador, ele permitiu às velhas instituições pagãs permanecerem como eram antes. Mesmo após sua conversão ao cristianismo, Constantino nunca abandonou sua adoração ao deus sol. Ele manteve a imagem do sol cunhada na moeda. Ele montou uma estátua do deus sol que sustentava sua própria imagem no Foro de Constantinopla (sua nova capital). Constantino também mandou construir uma estátua da deusa Cibele, (embora apresentada em postura de adoração cristã). (Historiadores continuam a debater se Constantino foi ou não um genuíno cristão. O fato de ter ordenado a execução de seu filho mais velho, seu sobrinho, e seu cunhado, não fortalece o expediente no que diz respeito à sua conversão. Mas não estamos aqui para levar avante esse tipo de discussão). Em 321 d.C., Constantino decretou o domingo como dia de descanso — um feriado legal. Parece que a intenção de Constantino era honrar ao deus Mitras, o Sol Invencível. (Constantino descreveu o domingo como “o dia do sol”). Confirmando sua afinidade com a adoração do sol, as escavações de São Pedro de Roma descobriram um mosaico de Cristo como o Sol Invencível. Praticamente até o dia de sua morte Constantino “agia como um sumo sacerdote pagão”. Na realidade ele detinha o título pagão de Pontifex Máximus, que significa o chefe dos sacerdotes pagãos! (No século XV este mesmo título chegou a ser o título honorífico do Papa Católico). Constantino usou decorações e rituais tanto pagãos como cristãos na dedicatória de sua nova capital, Constantinopla. Ele utilizou fórmulas de magia pagã para proteger as colheitas e sanar as enfermidades. Além disso, toda evidência histórica indica que Constantino era egomaníaco. Quando construiu a nova “Igreja dos Apóstolos”, ele erigiu monumentos aos doze Apóstolos, os quais ladeavam um único sepulcro central.
Então, com tudo isso, pode existir alguma verdade nas igrejas institucionais de nossos dias?
Caminho do discípulo
– Com isto concluo e pronuncio meu julgamento: eu condeno o cristianismo; lanço contra a igreja cristã a mais terrível acusação que um acusador já teve em sua boca. Para mim ela é a maior corrupção imaginável; busca perpetrar a última, a pior espécie de corrupção. A igreja cristã não deixou nada intocado pela sua depravação; transformou todo valor em indignidade, toda verdade em mentira e toda integridade em baixeza de alma. Que se atrevam a me falar sobre seus benefícios “humanitários”! Suas necessidades mais profundas a impedem de suprimir qualquer miséria; ela vive da miséria; criou a miséria para fazer-se imortal... Por exemplo, o verme do pecado: foi a igreja que enriqueceu a humanidade com esta desgraça! – A “igualdade das almas perante Deus” – essa fraude, esse pretexto para o rancor de todos espíritos baixos – essa idéia explosiva terminou por converter-se em revolução, idéia moderna e princípio de decadência de toda ordem social – isso é dinamite cristã... Os “humanitários” benefícios do cristianismo! Fazer da humanitas(1) uma autocontradição, uma arte da autopoluição, um desejo de mentir a todo custo, uma aversão e desprezo por todos instintos bons e honestos! Para mim são esses os “benefícios” do cristianismo! – O parasitismo como única prática da igreja; com seus ideais “sagrados” e anêmicos, sugando da vida todo o sangue, todo o amor, toda a esperança; o além como vontade de negação de toda a realidade; a cruz como símbolo representante da conspiração mais subterrânea que jamais existiu – contra a saúde, a beleza, o bem-estar, o intelecto, a bondade da alma – contra a própria vida...
Escreverei esta acusação eterna contra o cristianismo em todas as paredes, em toda parte onde houver paredes – tenho letras que até os cegos poderão ler... Denomino o cristianismo a grande maldição, a grande corrupção interior, o grande instinto de vingança, para o qual nenhum meio é suficientemente venenoso, secreto, subterrâneo ou baixo – chamo-lhe a imortal vergonha da humanidade...
E conta-se o tempo a partir do dies nefastus(2) em que essa fatalidade começou – o primeiro dia do cristianismo! – Por que não contá-lo a partir do seu último dia? – A partir de hoje? – Transmutação de todos os valores!...
1 – Caráter humano, sentimento humano.
2 – Dia nefasto.
Onde está o Sábio?
Este texto pertence aos homens mais raros. Talvez nenhum deles sequer esteja vivo. É possível que se encontrem entre aqueles que compreendeu a verdadeira sabedoria: como eu poderia misturar-me àqueles aos quais se presta ouvidos atualmente? – Somente os dias vindouros me pertencem. Alguns homens nascem póstumos.
As condições sob as quais sou compreendido, sob as quais sou necessariamente compreendido – conheço-as muito bem. Para suportar minha seriedade, minha paixão, é necessário possuir uma integridade intelectual levada aos limites extremos. Estar acostumado a viver no cimo das montanhas – e ver a imundície política e o nacionalismo abaixo de si. Ter se tornado indiferente; nunca perguntar se a verdade será útil ou prejudicial... Possuir uma inclinação – nascida da força – para questões que ninguém possui coragem de enfrentar; ousadia para o proibido; predestinação para o labirinto. Uma experiência de sete solidões. Ouvidos novos para música nova. Olhos novos para o mais distante. Uma consciência nova para verdades que até agora permaneceram mudas. E um desejo de economia em grande estilo – acumular sua força, seu entusiasmo... Auto-reverência, amor-próprio, absoluta liberdade para consigo...
Muito bem! Apenas esses são meus leitores, meus verdadeiros leitores, meus leitores predestinados: que importância tem o resto? – O resto é somente a humanidade. – É preciso tornar-se superior à humanidade em poder, em grandeza de alma – em desprezo.
PARA MEUS LEITORES !!...
Estamos convencidos de que o pior mal, tanto para a humanidade quanto para a verdade e o progresso, são as " igrejas". Poderia ser de outra forma? Pois não cabe as "igrejas". A tarefa de perverter as gerações mais novas e especialmente as mulheres. Não são elas que, através de seus dogmas, suas mentiras, sua estupidez e sua ignomínia tenta destruir o pensamento lógico e a ciência? Não são elas que ameaçam a dignidade do homem, pervertendo suas idéias sobre o que é bom e o que é justo? Não são elas que transformam os vivos em cadáveres ,despreza a liberdade e prega a eterna escravidão das massas em benefício dos tiranos e dos exploradores? Não são essas mesmas "igrejas" implacáveis que procuram perpetuar o reino das sombras, da ignorância, da pobresa e do crime? Se não quisermos que o progresso seja, em nosso século, um sonho mentiroso, devemos acabar com as "igrejas".
SÓCRATES RANDINELY DE LUCENA
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terça-feira, 6 de maio de 2014
Vestidos com o Sangue do Cordeiro.
Convite à Loucura Nº41, Como o Crente em Jesus deve Vestir-se?
[1]Qual tipo de roupa é apropriado para se sair de casa ou para estar em casa ou para se reunir como Igreja, para dormir, para ir a praia ou a uma festa?
A Bíblia nos ensina a sermos sóbrios em tudo. Sóbrios no vestir, no beber, no comer, no modo como tratamos os outros, em tudo!
Alguns ensinam que é proibido ler a Bíblia
sem
camisa. Outros ensinam que todo pregador tem que pregar de paletó e gravata[2]. Outros dizem que não se pode ir a uma reunião da Igreja de bermuda e chinelo de dedos. Têm também aqueles que rejeitam uma mulher que usar calça comprida, dizendo ser vestes exclusiva de homens. Mas, qual é a veste apropriada para um crente em Jesus? Você sabe? O que a Bíblia diz a esse respeito?
Se uma instituição religiosa adota um extereótipo[3] padrão para sua clientela, e ela aceita tal extereótipo o problema é dela. Agora, se tal instituição cria essas leis sobre vestimenta e tenta usar a Palavra de Deus para apoiá-las, aí vai de encontro com a Rocha Eterna que é Cristo! Até por que o próprio Cristo falou que os falsos profetas são mestres nas aparências exteriores; Mateus 7.15; eles, os falsos profetas, “...se vos apresentam disfarçados...” eles nunca se apresentam como realmente são.
Os falsos profetas não só adotam uma vestimenta padrão, como ensinam que é dessa forma que se deve vestir, e o povo, com mentalidade de rebanho, seguem esse padrão como se fosse coisa de Deus. E nosso dever, como arautos de Deus, é fazê-los calar. “É preciso fazê-los calar, porque andam pervertendo casas inteiras, ensinando o que não devem, por torpe ganância.” Tito 1.11. Muitos usam sua melhor roupa para irem às reuniões da Igreja, sem saber que esse costume iniciou-se com o esforço da classe média do século XIX (19), que imitava seus contemporâneos da rica aristocracia, que faziam um alarde de sua melhor qualidade de vida e status social através da roupa. Mas isso nada tem a ver com a Bíblia, com Jesus Cristo ou com o Espírito Santo.
Se você acha positivo vestir-se bem para ir pra qualquer lugar, pode fazê-lo diante do Senhor com motivos puros. Mas seja cauteloso para não julgar nem menosprezar as pessoas que não se vestem bem para ir às reuniões da Igreja. Não ache que vai agradar mais a Deus vestindo-se o melhor que puder! Ele te ama de qualquer maneira!
É pura falta de confiança em Deus!
O que acontece quando o homem tenta cobrir seu pecado com roupas tais e tais? No mínimo ele descarta a graça de Deus que nos salvou sem ter-mos mérito nenhum! Devemos ser sóbrios em tudo; contudo, o exagero é falta de confiança na salvação que Cristo nos outorgou de Graça, por Graça e na Graça de Deus.
Vamos à Bíblia!
Gênesis 3.7, “Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si.” Quando Adão e Eva pecaram, tentaram eles mesmos, consertar o erro, ao tentar cobrir-se de sua nudez. Essa é uma tendência do ser - humano; tentar agradar a Deus com suas próprias forças.
O pecado deixa o homem nu diante de Deus, e pior do que essa nudez é tentar, nós mesmos, nos cobrir. É pura falta de confiança na graça de Deus quando tentamos dar uma “ajudinha” a Deus.
Observe que o casal do Éden haviam, costurado, folhas de figueira para cobrir-se, porém o Senhor ainda fez vestimentas de peles para eles, Gênesis 3.21. Observe e aprenda que nem folhas de figueira, nem jeans, nem linho, nem calça ou bermuda ou qualquer outro tecido ou tipo de roupa podiam cobrir o pecado de Adão e Eva, mas peles de animais sim. Para ter peles de animais é preciso derramar sangue. Tudo isso apontava para Cristo. Só Deus, através do sangue derramado de Cristo pode cobrir os nossos pecados, “Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão.” Hebreus 9.22.
Quem crê em Jesus está mais do que vestido.
Por falta de fé em Cristo, muitos acham que estão ofendendo a Deus por vestir roupa tal e tal. Pura doutrina das “igrejas.”
O fanatismo em relação ao que a cultura vigente está usando, tem atrapalhado muito a divulgação do verdadeiro Evangelho de Cristo.
Você pode vestir o que quiser; paletó, manto de um monge, roupa de banho ou até mesmo camisa de força, mas, somente os que venceram em Cristo serão, realmente, vestidos adequadamente, Gálatas 3.27; Colossences 3.9-10; Apocalipse 3.5, revestir-se de Cristo significa manifestar suas qualidades, estar nu, significa não estar preparado espiritualmente para encontrar-se com ele (ou seja; não ser convertido à Cristo), Efésios 4.22-24.
Vestes Sujas e Vestes Limpas.
Zacarias 3.1-5, Aqui, roupas impuras é símbolo da culpa e do pecado de Josué. Como Adão e Eva, de modo algum Josué poderia trocar as suas próprias vestes. O pecador não pode lavar a sua própria alma. A única esperança para o imundo pecador são as vestes da justiça do Senhor.
Mateus 22.1-14, especialmente os versículos 11-14. Esse homem que não estava com vestes nupciais, representa aqueles que se dizem dentro do Reino de Deus, dizem carregar em si o Reino, mas, não estão, de fato, em Cristo, nunca foram convertidos, não fazem parte do Reino do Senhor Jesus. Aqueles que não confiam na Graça e sim em suas obras; o fim deles será trágico.
Textos que alguns fanáticos usam!
Deuteronômio 22.5, até pouco tempo algumas denominações proibiam suas mulheres de usarem calça comprida por causa deste texto.
O que está sendo proibido aqui é o homem vestir-se querendo parecer com uma mulher ou vice e versa e não a proibição de uma moda que é largamente aceita em sua cultura e sociedade. Até por que também existe calça de homem e calça de mulher. As distinções da ordem da criação entre homem e mulher devem ser mantidas, sem exceção; Gênesis 1.27. É óbvio que devemos respeitar essas diferenças, que Deus criou entre homens e mulheres (Levítico 18.22; 20.13). Devemos também ter cuidado com o fanatismo. A decência é louvável e todo discípulo de Cristo deve vestir-se decentemente, mas existe uma neurose sobre a questão de que tipo de roupas usarem. Alguns chegam ao limite do fanatismo, e dormem, vão à praia e até tomam banho de calça e camisa manga longa, esses estão como Adão e Eva tentando justificar-se por meio de vestes, obras, e ainda tentam usar a Bíblia como apoio.
Apocalipse 16.15, não tiram a roupa nem na hora do banho temendo que o Senhor os apanhe nus quando na sua vinda. Que lástima! Nesse texto o Senhor nos alerta da necessidade de constante prontidão para o seu retorno, (confira com 1João 2.28). Vestes aqui são os atos justos dos santos. Veja Apocalipse 19.7-8. Na volta de Cristo a Igreja, o povo de Deus, estará vestida de linho finíssimo.
Vestidos para a Vitória.
Somente os que venceram em Cristo são e estão vestidos adequadamente. Gálatas 3.27; Colossenses 3.9-10. “O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida; pelo contrário, confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.” Apocalipse 3.5. Além do quê, falando aos discípulos, Jesus acusa os mestres da lei de serem vaidosos e hipócritas e que fazem questão de andarem com roupas especiais Lucas 20.46; stolh\\\, (stolí),um manto nobre, vestes talares, capas compridas. Ou seja; roupas especiais.(v.tbm. Marcos 12.38). Disse também Jesus que os que se vestem bem, moram nos palácios, Lucas 7.25. Que diferença de quem reside em palácios de reis para os discípulos do Senhor.
Revestir-se de Cristo significa manifestar suas qualidades, estar nu, significa não estar preparado espiritualmente para encontrar-se com ele, ou seja; ainda não é um convertido à Cristo.
“Regozijar-me-ei muito no SENHOR, a minha alma se alegra no meu Deus; porque me cobriu de vestes de salvação e me envolveu com o manto de justiça, como noivo que se adorna de turbante, como noiva que se enfeita com as suas jóias.” Isaías 61.10. Aqui encontramos uma imagem do Antigo Testamento para a justiça imputada, a essência da nova aliança. Quando um pecador reconhece que não conseguirá por si mesmo a sua justificação pelas obras e se arrepende e invoca o Senhor por misericórdia, ele o cobrirá com a sua própria justiça, pela graça, por meio da sua fé.
Conclusão:
De acordo com Gênesis 3.21, os únicos trajes que vestem bem o homem diante de Deus não são feitos com panos, mas com sangue, pois para se ter peles de animais é preciso derramar sangue, o que aponta para o sacrifício de Cristo; e que os que se vestem com roupas do sangue do cordeiro estão cobertos mesmo quando andam nus.
Essa é que é a verdade!
Em Cristo
Francisco Rodrigues Filho
[1] Meu interesse em tratar aqui de usos e costumes do discípulo, não significa que desejo assumir uma postura eticamente liberal; pretendo, tão-somente, como em todos os meus folhetos, reavivar a Teologia da Graça.
[2] Em alguns púlpitos, enquanto pregam contra a vaidade e que não se pode usar isso e aquilo, em muitas ocasiões esses pastores estão trajando um terno caríssimo e ostentam uma gravata de seda importada (às vezes presa por um grampo de ouro). Esse tipo de coisa me enoja.
[3] Extereótipo; stereo//tupoj, (stereótipo) composto por; stereo//j, (stereós),firme, sólida e tu//poj, (tipos) que significa, marca, molde, impressão; compondo “impressão sólida”. A palavra nasceu no mundo da impressão e refere-se à placa metálica criada para a impressão em si. Significando em geral um tipo exterior, aparência visual externa.
[1]Qual tipo de roupa é apropriado para se sair de casa ou para estar em casa ou para se reunir como Igreja, para dormir, para ir a praia ou a uma festa?
A Bíblia nos ensina a sermos sóbrios em tudo. Sóbrios no vestir, no beber, no comer, no modo como tratamos os outros, em tudo!
Alguns ensinam que é proibido ler a Bíblia
sem
camisa. Outros ensinam que todo pregador tem que pregar de paletó e gravata[2]. Outros dizem que não se pode ir a uma reunião da Igreja de bermuda e chinelo de dedos. Têm também aqueles que rejeitam uma mulher que usar calça comprida, dizendo ser vestes exclusiva de homens. Mas, qual é a veste apropriada para um crente em Jesus? Você sabe? O que a Bíblia diz a esse respeito?
Se uma instituição religiosa adota um extereótipo[3] padrão para sua clientela, e ela aceita tal extereótipo o problema é dela. Agora, se tal instituição cria essas leis sobre vestimenta e tenta usar a Palavra de Deus para apoiá-las, aí vai de encontro com a Rocha Eterna que é Cristo! Até por que o próprio Cristo falou que os falsos profetas são mestres nas aparências exteriores; Mateus 7.15; eles, os falsos profetas, “...se vos apresentam disfarçados...” eles nunca se apresentam como realmente são.
Os falsos profetas não só adotam uma vestimenta padrão, como ensinam que é dessa forma que se deve vestir, e o povo, com mentalidade de rebanho, seguem esse padrão como se fosse coisa de Deus. E nosso dever, como arautos de Deus, é fazê-los calar. “É preciso fazê-los calar, porque andam pervertendo casas inteiras, ensinando o que não devem, por torpe ganância.” Tito 1.11. Muitos usam sua melhor roupa para irem às reuniões da Igreja, sem saber que esse costume iniciou-se com o esforço da classe média do século XIX (19), que imitava seus contemporâneos da rica aristocracia, que faziam um alarde de sua melhor qualidade de vida e status social através da roupa. Mas isso nada tem a ver com a Bíblia, com Jesus Cristo ou com o Espírito Santo.
Se você acha positivo vestir-se bem para ir pra qualquer lugar, pode fazê-lo diante do Senhor com motivos puros. Mas seja cauteloso para não julgar nem menosprezar as pessoas que não se vestem bem para ir às reuniões da Igreja. Não ache que vai agradar mais a Deus vestindo-se o melhor que puder! Ele te ama de qualquer maneira!
É pura falta de confiança em Deus!
O que acontece quando o homem tenta cobrir seu pecado com roupas tais e tais? No mínimo ele descarta a graça de Deus que nos salvou sem ter-mos mérito nenhum! Devemos ser sóbrios em tudo; contudo, o exagero é falta de confiança na salvação que Cristo nos outorgou de Graça, por Graça e na Graça de Deus.
Vamos à Bíblia!
Gênesis 3.7, “Abriram-se, então, os olhos de ambos; e, percebendo que estavam nus, coseram folhas de figueira e fizeram cintas para si.” Quando Adão e Eva pecaram, tentaram eles mesmos, consertar o erro, ao tentar cobrir-se de sua nudez. Essa é uma tendência do ser - humano; tentar agradar a Deus com suas próprias forças.
O pecado deixa o homem nu diante de Deus, e pior do que essa nudez é tentar, nós mesmos, nos cobrir. É pura falta de confiança na graça de Deus quando tentamos dar uma “ajudinha” a Deus.
Observe que o casal do Éden haviam, costurado, folhas de figueira para cobrir-se, porém o Senhor ainda fez vestimentas de peles para eles, Gênesis 3.21. Observe e aprenda que nem folhas de figueira, nem jeans, nem linho, nem calça ou bermuda ou qualquer outro tecido ou tipo de roupa podiam cobrir o pecado de Adão e Eva, mas peles de animais sim. Para ter peles de animais é preciso derramar sangue. Tudo isso apontava para Cristo. Só Deus, através do sangue derramado de Cristo pode cobrir os nossos pecados, “Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão.” Hebreus 9.22.
Quem crê em Jesus está mais do que vestido.
Por falta de fé em Cristo, muitos acham que estão ofendendo a Deus por vestir roupa tal e tal. Pura doutrina das “igrejas.”
O fanatismo em relação ao que a cultura vigente está usando, tem atrapalhado muito a divulgação do verdadeiro Evangelho de Cristo.
Você pode vestir o que quiser; paletó, manto de um monge, roupa de banho ou até mesmo camisa de força, mas, somente os que venceram em Cristo serão, realmente, vestidos adequadamente, Gálatas 3.27; Colossences 3.9-10; Apocalipse 3.5, revestir-se de Cristo significa manifestar suas qualidades, estar nu, significa não estar preparado espiritualmente para encontrar-se com ele (ou seja; não ser convertido à Cristo), Efésios 4.22-24.
Vestes Sujas e Vestes Limpas.
Zacarias 3.1-5, Aqui, roupas impuras é símbolo da culpa e do pecado de Josué. Como Adão e Eva, de modo algum Josué poderia trocar as suas próprias vestes. O pecador não pode lavar a sua própria alma. A única esperança para o imundo pecador são as vestes da justiça do Senhor.
Mateus 22.1-14, especialmente os versículos 11-14. Esse homem que não estava com vestes nupciais, representa aqueles que se dizem dentro do Reino de Deus, dizem carregar em si o Reino, mas, não estão, de fato, em Cristo, nunca foram convertidos, não fazem parte do Reino do Senhor Jesus. Aqueles que não confiam na Graça e sim em suas obras; o fim deles será trágico.
Textos que alguns fanáticos usam!
Deuteronômio 22.5, até pouco tempo algumas denominações proibiam suas mulheres de usarem calça comprida por causa deste texto.
O que está sendo proibido aqui é o homem vestir-se querendo parecer com uma mulher ou vice e versa e não a proibição de uma moda que é largamente aceita em sua cultura e sociedade. Até por que também existe calça de homem e calça de mulher. As distinções da ordem da criação entre homem e mulher devem ser mantidas, sem exceção; Gênesis 1.27. É óbvio que devemos respeitar essas diferenças, que Deus criou entre homens e mulheres (Levítico 18.22; 20.13). Devemos também ter cuidado com o fanatismo. A decência é louvável e todo discípulo de Cristo deve vestir-se decentemente, mas existe uma neurose sobre a questão de que tipo de roupas usarem. Alguns chegam ao limite do fanatismo, e dormem, vão à praia e até tomam banho de calça e camisa manga longa, esses estão como Adão e Eva tentando justificar-se por meio de vestes, obras, e ainda tentam usar a Bíblia como apoio.
Apocalipse 16.15, não tiram a roupa nem na hora do banho temendo que o Senhor os apanhe nus quando na sua vinda. Que lástima! Nesse texto o Senhor nos alerta da necessidade de constante prontidão para o seu retorno, (confira com 1João 2.28). Vestes aqui são os atos justos dos santos. Veja Apocalipse 19.7-8. Na volta de Cristo a Igreja, o povo de Deus, estará vestida de linho finíssimo.
Vestidos para a Vitória.
Somente os que venceram em Cristo são e estão vestidos adequadamente. Gálatas 3.27; Colossenses 3.9-10. “O vencedor será assim vestido de vestiduras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do Livro da Vida; pelo contrário, confessarei o seu nome diante de meu Pai e diante dos seus anjos.” Apocalipse 3.5. Além do quê, falando aos discípulos, Jesus acusa os mestres da lei de serem vaidosos e hipócritas e que fazem questão de andarem com roupas especiais Lucas 20.46; stolh\\\, (stolí),um manto nobre, vestes talares, capas compridas. Ou seja; roupas especiais.(v.tbm. Marcos 12.38). Disse também Jesus que os que se vestem bem, moram nos palácios, Lucas 7.25. Que diferença de quem reside em palácios de reis para os discípulos do Senhor.
Revestir-se de Cristo significa manifestar suas qualidades, estar nu, significa não estar preparado espiritualmente para encontrar-se com ele, ou seja; ainda não é um convertido à Cristo.
“Regozijar-me-ei muito no SENHOR, a minha alma se alegra no meu Deus; porque me cobriu de vestes de salvação e me envolveu com o manto de justiça, como noivo que se adorna de turbante, como noiva que se enfeita com as suas jóias.” Isaías 61.10. Aqui encontramos uma imagem do Antigo Testamento para a justiça imputada, a essência da nova aliança. Quando um pecador reconhece que não conseguirá por si mesmo a sua justificação pelas obras e se arrepende e invoca o Senhor por misericórdia, ele o cobrirá com a sua própria justiça, pela graça, por meio da sua fé.
Conclusão:
De acordo com Gênesis 3.21, os únicos trajes que vestem bem o homem diante de Deus não são feitos com panos, mas com sangue, pois para se ter peles de animais é preciso derramar sangue, o que aponta para o sacrifício de Cristo; e que os que se vestem com roupas do sangue do cordeiro estão cobertos mesmo quando andam nus.
Essa é que é a verdade!
Em Cristo
Francisco Rodrigues Filho
[1] Meu interesse em tratar aqui de usos e costumes do discípulo, não significa que desejo assumir uma postura eticamente liberal; pretendo, tão-somente, como em todos os meus folhetos, reavivar a Teologia da Graça.
[2] Em alguns púlpitos, enquanto pregam contra a vaidade e que não se pode usar isso e aquilo, em muitas ocasiões esses pastores estão trajando um terno caríssimo e ostentam uma gravata de seda importada (às vezes presa por um grampo de ouro). Esse tipo de coisa me enoja.
[3] Extereótipo; stereo//tupoj, (stereótipo) composto por; stereo//j, (stereós),firme, sólida e tu//poj, (tipos) que significa, marca, molde, impressão; compondo “impressão sólida”. A palavra nasceu no mundo da impressão e refere-se à placa metálica criada para a impressão em si. Significando em geral um tipo exterior, aparência visual externa.
domingo, 26 de janeiro de 2014
N° 40 LADRÕES E SALTEADORES !
Convite à Loucura Nº40 Ladrões e Salteadores!
Em João 10.10, está escrito: “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” Quantas vezes ouvimos ou lemos esse texto sendo aplicado a Satanás, que ele é esse ladrão que veio pra matar e destruir, mas não é bem assim. Ele não está se referindo exclusivamente a Satanás como muitos pensam; e sim à religião, aos donos dos templos, aos chefes da religião, aos construtores de tradições humanas, aos cobradores dos impostos da alma, àqueles que determinam o modo como o ser humano deve ser.[1] Sim, aos religiosos.
Esta denúncia foi feita por Jesus ao sistema religioso e a certos líderes da sua época, que causavam tantos males às pessoas, em nome de Deus. Hoje, ambos continuam promovendo muito dano. Jesus chama esse sistema religioso de “ladrão”, com as características de matar, roubar e destruir.
No grego: kle/pthj (kléptis), Ladrão, e se refere aquele que furta com astúcia e dolo, enquanto o salteador usa a força para apoderar-se de bens alheios. Ladrões e salteadores são imagens daqueles que se apresentam em nome de Deus, mas não cuidam das pessoas às quais foram enviados. João 10.8, “Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e salteadores; mas as ovelhas não lhes deram ouvido.” Um dos sistemas mais utilizado para matar, roubar e destruir denunciados por Jesus continua, atualmente, arrebanhando muita gente sincera. Muitos se deixam levar pela aparência e pelas belas palavras que esses falsos mestres proferem sem examinar nas Escrituras se o que dizem e fazem tem o apoio de Deus. Mas as Escrituras dizem que os falsos mestres são:“...semelhantes aos sepulcros caiados, que, por fora, se mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia!” Mateus 23.27.
O Senhor Jesus foi muito preciso em advertir contra as obras do engano, porque os homens maus sabem elaborar muito bem os seus disfarces. Disse Jesus: “Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores.” Mateus 7.15. É fato que os piores inimigos de Deus raramente são as pessoas mundanas. Os principais inimigos dos justos são muitas vezes as pessoas religiosas! Os falsos intérpretes da religião, também, são chamados de “guias cegos” (Mateus 15.14). “Deixai-os; são cegos, guias de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco.”
No Antigo Testamento, os principais inimigos dos profetas eram os falsos profetas. No Novo Testamento, os principais oponentes de Jesus eram fariseus; os de Paulo, os judaizantes; e a igreja primitiva tinha de contender constantemente com os falsos mestres. Hoje, nós do Convite à Loucura, somos também constantemente atacados por essa galera que ama o dinheiro e vive da religião para saciar sua sede de poder.
Muitos continuam escravos de um sistema que mata, rouba e destrói, achando que está tudo certo, e acabam vivendo debaixo de uma falsa segurança.
Folheto Nº15 e Nº34
No Folheto Nº15, escrevi sobre a desgraçada teologia da prosperidade e seus ministros amantes do dinheiro e servos do deus “mamom. [2]” Mostrei que Deus já deu aos cristãos toda sorte de bênçãos; “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênçãos espirituais nas regiões celestiais em Cristo...” Efésios 1.3. (João 1.16; Romanos 8.28; 2Pedro 1.3).
Com sua mensagem de paz e prosperidade os falsos profetas sempre atraem multidões sedentas de milagres e resolução de seus problemas. Isso acontece desde sempre! Jeremias 14.13-14. “Mas os homens perversos e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados.” 2 Timóteo 3.13.
No Folheto Nº34, escrevi que Jesus nos preveniu sobre os servos de Mamom, e sua advertência ecoa até hoje.
A Origem dos hereges.
Os falsos profetas ou falsos mestres ou aqueles que distorcem a palavra de Deus tem como início de suas heresias o começo dos tempos e como protagonista o próprio satanás!
Uma manifestação de satanás aparece pela primeira vez antes da queda dos seres humanos em forma de serpente, Gênesis 3.1-7, (Leia todo o texto). O que ele faz é a reinterpretação daquilo que Deus disse, para alinhá-lo com os desejos humanos. “Então, a serpente disse à mulher: É certo que não morrereis.” (Gn 3.4). Podemos ver uma repetição disso nas figuras dos falsos pregadores da Palavra de Deus dos dias atuais.
Eva encontrou aí um “pregador” que distorce a palavra de Deus deixando-a atraente, irresistível. “Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e árvore desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu e deu também ao marido, e ele comeu.” (Gn 3.6).
Satanás questionou a ordem de Deus, perverteu seu significado e persuadiu Eva a aceitar sua interpretação inovadora.
A Bíblia adverte que viria dias em que, até mesmo, dentro das reuniões da Igreja, estaria cheia de mestres que desviariam as pessoas de ouvirem a verdade (2Timóteo 4.3-4) “Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas.” As pessoas também seriam culpadas, pois elas mesmas se cercariam de mestres, sustentando-os e seguindo-os. Não é isso que vemos hoje?
As seitas heréticas assim como a teologia da prosperidade têm origem no mesmo engano, sempre têm algum guru ou profeta que supõe ter um novo ou exclusivo entendimento do que Deus realmente falou. Todos esses falsos profetas oferecem em bandejas diferentes a mesma mentira em que Eva acreditou e que a maioria gosta de ouvir: que podem escapar dos sofrimentos, da doença, da pobreza das aflições que esse mundo proporciona. No entanto, disse Jesus: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (João 16.33b).
Tudo que é feito nas instituições é pervertido e mostrado com uma roupagem piedosa.
O Novo Testamento contém inúmeras advertências contra falsos ensinos e falsos mestres. A Bíblia recomenda que... “Não vos deixeis envolver por doutrinas várias e estranhas...” (Hebreus 13.9a ). E também; “Admira-me que estejais passando tão depressa daquele que vos chamou na graça de Cristo para outro evangelho, o qual não é outro, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo.” (Gálatas 1.6-7). “Para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.” (Efésios 4.14).
A verdade é que estamos vivendo uma era de religiosidade sem igual. Mas a religião de nossa época é tão contrária ao cristianismo bíblico quanto foi o humanismo secular no passado, e está determinada a destruir a fé no Deus das Escrituras.
A modernidade é caracterizada por uma busca intensa por preenchimento, e, não só de coisas materiais. Muitos procuram poderes dos quais esperam obter “salvação”. Salvação que significa, muitas vezes, terapia psicológica e cura holística e não um lugar no céu.
Nos retiros e atividades temáticas apresentam Jesus como um sujeito legal que tanto pode usar piercing como andar de skate. As escolas dominicais cada dia ficam mais especializadas em sessões de aconselhamento de grupo permeado de técnicas de psicologia. Oferecem qualquer coisa menos o Evangelho simples, que afirma; “...que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo...”(2Coríntios 5.19ª ).
Esse é o quadro que encontramos no meio evangélico atual.
Se você quer continuar confiando em homens e fazendo do braço humano a tua força, o problema é seu; “Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal seu braço e aparta o seu coração do SENHOR!” Jeremias 17.5. “Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo.” 2Coríntios 11.3. Paulo comparou o perigo que ameaçava os coríntios ao engano de Eva por Satanás. O resultado trágico seria o abandono da simples devoção deles à Cristo em favor do erro sofisticado dos falsos apóstolos. Esse perigo ainda continua!
Em Cristo
Francisco Rodrigues Filho
[1] Convite à Loucura Nº06
[2] MAMOM, grego; mamwna=j (mamonas), Não há certeza sobre a derivação original dessa palavra, mas, de acordo com teólogos respeitados, parece significar “aquele no qual alguém confia”, como objeto de fé e confiança. Provavelmente, em sua origem, era um termo caldeu (mas também usado pelo siríaco e pelo púnico), com o sentido de “riquezas.” Segundo a mitologia grega “mamon” equivaleria a “Plutão”, o deus das riquezas. Jesus usou a palavra personificada a fim de indicar o deus das riquezas carnais em contraste com o Deus dos céus, que possui as verdadeiras riquezas e que quer dá-las a homens que vivam de acordo com suas regras. Os servos de mamom são aqueles que servem ao dinheiro e vivem por ele.
sábado, 16 de novembro de 2013
É certo o cristão se comunicar com os mortos?

[1] [2] A palavra oculto se origina do latim, “occultus”, que significa coisas que são escondidas, esotéricas,
ocultas ou misteriosas. Para quem pratica, o ocultismo
representa a interferência com a natureza física, usando conhecimentos ocultos,
como práticas não convencionais, entre elas recitar fórmulas, fazer gestos,
misturar elementos incompatíveis, realizar encantamentos de cura, ou cerimônias
secretas, tentando alterar a natureza física.
A extensão do
envolvimento do oculto é universal. A guerra espiritual está à nossa volta, e
se Satanás não puder nos impedir de conhecer a Cristo, ele irá tentar nos
conter, atraindo-nos ao engano.
Não podemos negar
que há séculos, magos, bruxas, médiuns e alquimistas afirmam receber
informações ou instruções de espíritos. Poucos têm a consciência que esse tipo
de espiritualidade oculta é um movimento histórico e global de enorme poder
cultural que, há séculos, busca dominar o mundo.
Tanto o epiritismo Kardecista[3] como a LBV (Legião da Boa Vontade) e
cultos afro-brasileiros, são todos espíritas. Eles fazem parte de uma doutrina
filosófica-religiosa baseada na crença da comunicação com os mortos e na
reencarnação; doutrinas antibíblicas e anticristãs.
Eles usam,
entre muitos outros, o texto de 1Samuel 28.3-19. Arvorizam-se nesse texto pelo
fato de Saul ter se comunicado com um suposto Samuel. E dizem: “Ora, se Saul comunicou-se com Samuel depois
deste ter morrido, então podemos nos comunicar com os mortos.” Será mesmo que a consulta aos mortos é uma
prática apoiada pela Bíblia? Vamos analisá-la! Para compreender-mos melhor esse
assunto precisamos, primeiro, entender duas coisas sobre Samuel e sobre a Lei
de Deus!
[4] Samuel, um profeta Irrepreensível!
De acordo com a Bíblia, Samuel é
considerado um profeta do Antigo Testamento muito importante, sendo comparado
até com Moisés (Jeremias 15.1-5). Um homem que nunca se achou culpa alguma em
suas atitudes (1Samuel 12.1-5). Confirmado como profeta do Senhor cujo suas
profecias nunca caíram por terra, ou seja; todas as palavras de Samuel, de
fato, se cumpriram (1Samuel 3.19-20). “O homem ou mulher que sejam necromantes [5] ou sejam feiticeiros serão mortos; serão
apedrejados; o seu sangue cairá sobre eles.” Levítico 20.27.
O
que diz a Lei do Senhor?
De acordo com
as Sagradas Escrituras, é extremamente proibido consultar aqueles que já
morreram (Deuteronômio 18.10-12; Isaías 8.19-20).
A mediunidade
é absolutamente proibida pela Bíblia (Levítico 19.31; 1Crônicas 10.13). Não
podemos negar que a necromancia era praticada em Israel (2Reis 21.6; Isaías
8.19). Sabemos também que a tentativa de se comunicar com os mortos era
bastante conhecida em todo o Oriente Médio. As leis contra tais atividades na
Bíblia indicam que práticas como estas eram bem conhecidas, embora proibidas,
em Israel. Justamente por isso o próprio Saul havia determinado a expulsão e
morte de todos os necromantes e adivinhos de Israel de acordo com a Torá, Lei
de Deus dada a Moisés, 1Samuel 28.3;9.
O próprio
Deus, por boca de Isaías, fez severas exortações ao povo, condenando suas
práticas ocultistas e filosofias religiosas que não estivessem de acordo com a Palavra
de Deus, (Isaías 8.19-20).
Vamos à Bíblia!
Analisando o
texto, podemos ver que quem apareceu a Saul, não podia ter sido Samuel!
Vejamos:
1-
Deus
havia parado de responder a Saul (1Crônicas 10.13-14; 1Samuel 28.6). Todo
profeta falava em nome de Deus (Deuteronômio 18.22). Se Deus havia parado de
falar com Saul, por meios convencionais, como iria respondê-lo através de
Samuel, depois de morto, desobedecendo sua própria palavra?
2-
O
versículo 14 nos diz que foi uma dedução de Saul de que quem lhe falava havia
sido Samuel. A Bíblia não diz que foi Samuel, mas, que: “Entendendo Saul que era
Samuel...”, apartir daqui a Bíblia, por razões gramaticais, passa a
referir-se ao espírito como se fosse Samuel.
3-
Samuel,
ainda que fosse possível, jamais se permitiria cometer um pecado grotesco
desses. Um profeta que sempre foi justo (1Samuel 12.3-4), pecaria gravemente
se, tendo estado no paraíso (seio de Abraão, Lucas 16.22;27-31)[6],
desobedecesse a Deus dessa forma.
4-
As
pseudoprofecias transmitidas pela pitonisa não resistem ao menor julgamento,
são todas ambíguas e imprecisas: Saul não foi entregue nas mãos dos filisteus.
Ele, na verdade, se suicidou (31.4), indo parar nas mãos dos homens de Jabes
Gileade (31.11-13). Não morreram todos os filhos de Saul, como insinua a médium
(28.19). Sobreviveram pelo menos três deles: Is-Bosete, Armoni e Mefibosete
(2Samuel 2.8-10; 21.8). Nem mesmo Saul morreu no dia seguinte, como indica o
estilo ambíguo do falso Samuel interpretado pela pitonisa (28.19). Ele morreu
alguns dias depois (30.1). Lembrando também que as palavras do verdadeiro
Samuel sempre se cumpriram fielmente 1Samuel 3.19. Sendo assim quem respondeu a Saul?
No texto estudado, no versículo 13, a
mulher diz: “Observo um ser divino, que sobe
da terra! (King James). “Vejo um
deus que sobe da terra”. (Almeida Revista e Atualizada). Ou: “Vejo
deuses que sobem da terra,”
(Almeida Corrigida Fiel aos textos originais). Ou: “Vejo um ser que sobe do chão,” (Nova Versão Internacional).[7]
Esses seres
ou deuses só podiam ser demônios, passando-se por espíritos de luz ou
adivinhadores (2Coríntios 11.13-14). O diabo pode transfigurar-se, ou seja;
transformar-se em anjo de luz. Outro fato que se deve observar é que, como os
mortos não sabem o que acontece nesta vida (Eclesiástes 9.5), tal prática, de
consultar os mortos, coloca as pessoas em contato com os espíritos enganadores
(1Timóteo 4.1; 2Coríntios 11.14). Os que morreram em Cristo estão com ele no
céu e não podem voltar à terra (2Samuel 12.23; 2Coríntios 5.6-8; Filipenses
1.21-23). Os espíritos dos mortos não retornam à terra.
Baseado no que foi estudado, as
manifestações espíritas que se apresentam como sendo espíritos de mortos são,
na verdade, demônios. Por isso que o Senhor nos proíbe tal prática.[8]
Também por isso o resultado dessa consulta foi trágica para Saul (1Crônicas
10.13).
Conclusão:
A Bíblia ensina que existe um mundo de
espíritos enganadores e perigosos, que distorce a realidade e destroi as vidas
humanas. Apesar da fraude completa, todos nós precisamos saber que o oculto ou
paranormal é real. A Bíblia é clara e real, como Saul descobriu, ao encontrar a
adivinha de En-Dor, e não devemos ignorar os ardis de Satanás. Se Deus é real, o Diabo também é.
Envolver-se com o oculto é envolver-se com as obras do Diabo, e como pode levar
a resultados muito graves, espiritual e psicologicamente, devemos nos lembrar
de que a Bíblia condena todas as práticas ocultas. O caminho para o oculto
é largo e sempre destrutivo. O caminho para Cristo é estreito, mas sempre
conduz à vida eterna.
Se alguém quer viver a vida tendo como
base recados, ensinos e conselhos de demônios, o problema é dele, o nosso
conselho é que deixem isso de lado e aceite Cristo como o único Senhor e
Salvador, passando assim, a ser orientado pelo Espírito Santo. Mas se não
querem, nada podemos fazer! O que não permito é que torçam a Palavra de Deus
para dar respaldo a essas práticas satânicas.
Deus se revelou em Cristo para nos
trazer salvação. Quem está vivo deve ter o nosso amor, quem já morreu em Cristo
foi para o paraíso ( Lucas 23.43;
Eclesiástes 12.7) e nada sabe do que se passa nesse mundo ( Eclesiástes 9.5-6),
e não podem voltar pra esse mundo, porém nós um dia estaremos com eles (
2Samuel 12.22-23).
Se alguém quer viver sua vida baseada em
recados, ensinos e conselhos de demônios o problema é dele, meu conselho é que
deixem isso de lado e aceitem a Cristo como Senhor e Salvador e passe a ser
orientado pelo Espírito Santo. Mas se não querem, nada posso fazer! O que não
permito é que usem a palavra de Deus para dar respaldo a essas práticas ocultas
e satânicas.
Deus se revelou em Cristo para nos
trazer salvação. Quem está vivo deve ter o nosso amor, quem morreu em Cristo
vai para o paraíso ( Eclesiástes 12.7) e nada sabem do que se passa nesse mundo
(Eclesiastes 9.5-6), não pode voltar, porém nós um dia estaremos com eles (2Samuel 12.22-23).
Em Cristo
Francisco Rodrigues Filho
[1]
Foto1 : Esse é o medalhão do
olho de Horus, um deus pagão.
[2]
Foto 2 : Uma Médium e sua bola
de cristal.
[3]
Religião espírita criada por
Allan Kardec, também conhecida como o espiritismo de mesa.
[4]
Foto 3: Uma ilustração do olho
de Horus, um deus pagão cultuado pelos antigos egípsios.
[5]
Necromantes são pessoas que,
tomadas por demônios, agem como “intermediários” para supostamente contatar, comunicar-se
com os espíritos dos mortos
[6]
Depois da morte não há como
voltar a terra dos vivos 2Pedro 2.9; Hebreus 9.27; Mateus 25.41; 46; Apocalipse
20.14-15. A Bíblia condena toda e qualquer prática de ocultismo, adivinhação e
feitiçaria Levítico 19.26.
[7]
Essa palavra traduzida por:
“ser divino”, “um deus”, “deuses” ou “ser”, em hebraico é elohim.
[8]
As Escrituras nos permitem
entender que cada um de nós tem pelo menos dois anjos que nos acompanham
sempre: um bom (Salmos 34.7; Mateus 18.10; Atos 12.15; Lucas 15.10), que anota
todas as nossas atitudes numa espécie de diário-relatório e depois de nossa
morte apresenta-o diante de Deus (Apocalípse 20.12); e um anjo mau, que após a
nossa morte assume a nossa identidade e se faz passar por nossas pessoas através
de seus médiuns.
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