quinta-feira, 7 de março de 2013

O Crente pode perder a Salvação?


Convite à Loucura Nº33 Crente Pode Perder a Salvação?

        Você sabia que há salvação fora da igreja? E que a igreja nem auxilia na salvação! Alguns podem dizer: “É claro que só quem salva é Cristo!” Contudo, apesar dessa afirmação, vivem como se a igreja institucional tivesse o poder de salvá-las. Para esses, que assim pensam, tenho uma novidade; a igreja nunca salvou ninguém e em muitos casos ela distancia as pessoas de Cristo e de sua salvação. Outros dizem que a igreja não salva, mas quando alguém dela se afasta, logo dizem que aquela pessoa está perdida, afastada de Cristo, no inferno. É assim ou não é?

Você é um afastado da igreja institucional?   
         Logo que alguém deixa sua igreja por algum motivo, motivo para deixá-la é o que não falta, os outros membros logo espalham que aquele camarada está afastado de cristo, perdeu a salvação, e isso está tão enraizado na cabeça das pessoas de tal modo que o próprio indivíduo que se afastou da igreja começa a achar que realmente está afastado de Cristo, embora seja um crente sincero no Senhor Jesus. Temos uma boa nova para vocês, que na realidade não é novidade, mas já foi pregada a mais de dois mil anos atrás.
A Boa Nova de Novo!
          Quem ouviu o evangelho da salvação, e nele creu, e foi selado com o Espírito Santo da promessa; está salvo, (Efésios1.13). E nada nesse mundo tem o poder de separar essa pessoa de Cristo. Em Cristo Jesus, nós, que estávamos longe de Deus, viemos para perto dele pelo sangue de Cristo, Efésios 2.12-13.
         E uma vez perto dele, nada nesse mundo, nem a morte, nem vida, nem anjos, nem autoridades celestiais, nem coisas do presente, nem do futuro, nem poderes, nem altura, nem profundidade, nem qualquer outra criatura poderá nos separar desse imenso amor, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor, Romanos 8.38-39. Nada e nenhum ser no universo poderá nos separar do alcance do Espírito de Cristo. A única pessoa que não consta na lista, e que poderia fazer isso, seria o próprio Deus; no entanto, é ele mesmo quem nos tornou justos (v.33). A segurança do crente jamais pode ser vencida, enfraquecida nem ameaçada, por qualquer poder concebível dos céus, do inferno ou da terra.
         Quem ensinar que sua salvação pode ser perdida, na realidade está tentando lhe manipular e lhe causar medo em troca de algo; cuidado!
         Claramente a Bíblia nos diz que os salvos em Cristo têm a vida eterna (João 3.16, 1João 5.11). Ou alguém tem vida eterna ou não é salvo.
          Eterno em grego aiônios ; significa sem fim. Ou seja; uma coisa que não terá mais fim, nunca. Vida eterna que pode um dia acabar não é vida eterna.

          A nossa salvação não depende do nosso esforço, mas unicamente da graça de Deus (Efésios 2.8; Romanos 6.23). Se a minha salvação dependesse do meu esforço, eu é que seria o salvador de mim mesmo; essa é a conclusão lógica desse pensamento; contudo nossa salvação não depende de nós. “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus;” Efésios 2.8. Leia também Filipenses 2.13.

          O teólogo antigo João Calvino desenvolveu a teologia da eleição e predestinação. Usando versículos como João 10.27-29; Romanos 8.38-39 e outros. Criou o extremo de que; “uma vez salvo, sempre salvo.”  Já seu discípulo Armínio, fez objeções às suas idéias, e usando versículos que indicam a real possibilidade do desvio ou da apostasia fatal, tais como Lucas 13.24; Colossenses 1.22-23; 1Coríntios 9.27; 2Pedro 2.20-21, criou um ensino que vai de encontro com o de João Calvino, indo ao extremo oposto. É certo que há trechos bíblicos que podem ser usados em apoio tanto ao calvinismo quanto ao arminianismo. É um ensino que aparentemente entra em contradição consigo mesmo, mas tão-somente devido à nossa incapacidade intelectual de acompanhar dois lados extremos de uma única grande verdade divina. Tais doutrinas formam um “paradoxo”, isto é, um ensino que aparentemente se contradiz consigo mesmo. O Problema da “segurança” e do “desvio” é meramente uma subcategoria do problema mais profundo do “livre-arbítrio humano” e do “determinismo divino”. De alguma maneira ambas as doutrinas são verdadeiras. Como resolver esse problema? Veremos!

A Segurança eterna do crente é absoluta, mas a possibilidade de queda é relativa.
         Não podemos imaginar que a promessa de segurança eterna, feita pelo Senhor Jesus, possa vir a falhar; e essa promessa se vê clara e poderosamente em passagens como João 10 e Romanos 8, citado acima. Cristo prometeu, incondicionalmente, a segurança eterna de todos os crentes. Não podemos suavizar tal ensinamento.
      Mas também, tanto as Escrituras como a própria experiência humana comum demonstram que crentes verdadeiros podem desviar-se e cair a um lugar onde perdem totalmente o interesse pelas verdades espirituais, e que alguns deles chegam ao extremo da apostasia, isto é, de perderem completamente a fé. E não estou falando do indivíduo que apenas deixou de congregar-se em uma caixa de concreto.
      Contudo esse desvio ou apostasia podem ser considerados como relativos, isto é, representam um estado temporário da alma, e não uma situação eterna do indivíduo.
       Podemos concluir, então, que um crente pode desviar-se nesta vida. Só que; deste lado da existência ou do outro lado daquilo a que chamamos de morte física, tal crente voltará ao Senhor Jesus.

O Outro Lado da Vida.
       Podemos especular, como fizeram certos pais alexandrinos da igreja primitiva, que as questões finais da salvação não são necessariamente determinados nessa existência física, mas antes, podem ser fixadas ao longo da existência eterna da alma. Essa crença em um mundo intermediário, onde as almas se perdem ou são salvas, é muito antiga; e não se trata da doutrina católica do purgatório, não me entendam mal! Não só em meio aos pais alexandrinos como também era uma doutrina judaica comum.
        O teólogo que acha que sabe de tudo e que pensa que conhece tão profundamente a verdade divina que nada mais resta pra ser aprendido, está tão enraizado nesse engano que chamá-lo de idiota ainda é um elogio.

Conclusão.
        É bíblico que Cristo garante a salvação eterna dos crentes. Também é bíblico que o crente pode se desviar e ficar em um estado decaído. Só que esse desvio do crente é uma possibilidade relativa. Em outras palavras, isso pode ocorrer e realmente ocorre e aquele que se desviou pode experimentar a morte física estando nesse estado decaído; entretanto, em algum ponto, na longa história da alma, a promessa de segurança absoluta, feita pelo próprio Senhor   Jesus, se cumprirá. Tal crente será reconduzido aos pés de Cristo, e a sua salvação será levada à sua total posse, porque a promessa de segurança feita por Cristo é absoluta, e nenhum dos eleitos pode finalmente perder-se.
       Sim, o verdadeiro crente pode ser derrotado; mas essa derrota é tão-somente temporária. Se aplicarmos os meios espirituais que nos foram proporcionados, não teremos necessidade de cair. Desde esta vida terrena poderemos desfrutar de uma salvação abundante, conforme deve ser o desejo de todo o crente sincero e autêntico. Portanto, devemos nos mostrar diligentes em confirmar ainda mais nossa chamada e eleição.

       “Portanto, irmãos, esforçai-vos cada vez mais por firmar vosso chamado e eleição; porque, fazendo isso, não tropeçareis jamais.” 2Pedro 1.10.

         Em Cristo
         Francisco Rodrigues Filho

  

sábado, 12 de janeiro de 2013

Lei da Mordaça.


Convite à Loucura Nº32 A Lei da Mordaça.
        Etimologia; Mordaça é o objeto com que se tapa a boca de alguém a fim de que não fale nem grite.
        Figuradamente, mordaça é a repressão da liberdade de falar ou de escrever.
        Lei da Mordaça é o espírito que permeia as instituições religiosas. Aplicando a lei da mordaça em seus líderes e membros, o sistema religioso tenta coibir, conter, refreiar a verdade do Evangelho da Graça pregado pelo “Convite à Loucura”.
        Mordaça sugere um ato de dominação para quem coloca a mordaça e de submissão á quem é amordaçado. É esse espírito que reina nas instituições religiosas. Os que fazem parte do alto-clero domina seus súditos submissos, sem que esses últimos reflitam na Palavra de Deus e por isso erram por não conhecerem nem a Palavra de Deus nem seu poder, Mateus 22.29. Outros conhecem as Escrituras contudo optam por obedecer e ser submissos aos seus líderes do que em obedecer a Palavra de Deus.

A Filosofia que destrói a Lei da Mordaça.   
         A filosofia consiste na busca pela verdade, e visto que toda verdade é verdade de Deus, então, a filosofia contribuirá ao nosso melhor entendimento de Deus e do seu mundo. A palavra filosofia é derivada de duas palavras gregas que significa: “amando a sabedoria”. Uma pessoa que possui um espírito filosófico, é movido pelo desejo de observar, contemplar, julgar e avaliar as coisas, as ações, as pessoas, os acontecimentos, a vida; em resumo, é movido pelo desejo de saber.
         O primeiro trabalho de uma seita no processo de lavagem cerebral que realizam nos seus adeptos é destruir o espírito filosófico que possa existir neles; e para isso eles usam a lei da mordaça. A lei da mordaça cala àqueles que vêem que algo está errado e tentam questionar, mas têm a mente fachada para que nunca cheguem ao pleno conhecimento da verdade.
     Todo o sistema religioso atual luta contra essa idéia de que a pessoa simples use sua capacidade natural de filosofar. Eles odeiam quem faz perguntas e condicionam suas ovelhas a ouvirem e obedecerem e nada mais. A centena de anos essa lavagem cerebral vem sendo aplicada e o povão não reage.
      Quando algum líder, que entende um pouco mais se levanta contra suas doutrinas, logo lhes é aplicado, por seus superiores, “a lei da mordaça”. A Bíblia diz que devemos usar de filosofia pois só assim poderemos; anular sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, levando assim cativo todo pensamento à obediência de Cristo (2Coríntios 10.4-5).
Mentes Fechadas
       Muitas instituições heréticas acreditam ter a verdade de Deus dentro de uma pasta, como se ela ali estivesse. Pensam que somente elas estão de posse dos oráculos divinos. Por isso seus membros possuem mentes fechadas. Essa indisposição de ao menos considerar qualquer outro ponto de vista tem frequentes manifestações radicais.
       Agora partindo para as instituições que se dizem ortodoxas, que agem conforme a doutrina religiosa tida como verdadeira, elas não são tão radicais como as seitas heréticas, mas também ensinam aos seus membros a fecharem suas mentes. Proíbem a membresia de lerem meus folhetos. O contrário disso deveria observar julgar, discernir todas as coisas. No entanto os que fazem parte do alto-clero dizem as pessoas para que não leiam isso ou aquilo. Por que esse medo? Por que ordenar que as pessoas se fechem para o novo? (que na realidade não tem nada de novo, pois já foi pregado a mais de dois mil anos atrás). Não será que todo esse medo é pelo mesmo motivo que as seitas ensinam aos seus adeptos a se fecharem? Isto é; medo de que eles cheguem ao pleno conhecimento da verdade? É claro que sim!
     “Julgai todas as coisas, retende o que é bom...” 1Tessalonicenses 5.21.  Já expliquei bem esse texto no folheto Nº16.
      Quando as seitas ouvem os argumentos do Convite à Loucura, simplesmente revidam: “Sim, mas em tal lugar na Bíblia diz que...!” Em vez de se ocuparem com as provas que apresentamos, eles tentam nos atrair ao seu território, sem admitir as nossas evidências ou sequer demonstrar refletir nelas.
       Esse comportamento é bastante comum entre os adeptos das seitas e entre aqueles que estão mercadejando a Palavra de Deus.
Exemplos de Rejeição à Lei da Mordaça
       Tentaram aplicar a lei da mordaça também nos discípulos de Jesus, mas foi em vão. Ordenaram a Pedro e João que não falassem nem ensinassem em o nome de Jesus. Eles não obedeceram, Atos 4.16-20; 5.28-29. E por causa dessa desobediência o sinédrio queria matá-los e graças a Gamaliel apenas os açoitaram e os soltaram. E o texto Bíblico ainda diz que os apóstolos se alegraram por terem sido considerados dignos de sofrer por causa do nome de Cristo, Atos 5.40-42.
       Por três vezes foram proibidos de falar em nome de Jesus, foram por três vezes, nesse texto, amordaçados, mas a mordaça não permaneceu pois eram servos verdadeiros de Cristo, Atos 4.17-18; 5.28; 40. É assim que os filhos de Deus agiam no passado e devem agir hoje; não se deixando amordaçar!
       Para você que prefere viver nesse mundinho de hamster, com uma visão de toupeira nesse processo de “emburrecimento” e com esse espírito de “zumbificação” espiritual, o problema é seu, aceite viver pra sempre amordaçado e sob o controle de seus líderes. Só sei que nós do Convite à Loucura, assim como os apóstolos Pedro e João, não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos, Atos 4.20.
      Meu conselho é; não deixem matar o filósofo que há em você. Pergunte, estude, duvide, peça, busque, bata e toda porta se abrirá, Mateus 7.7-8.
      Nos seminários, dissimuladamente, eles ensinam que os alunos devem ler tudo, até textos de hereges como Karl Barth e outros. No entanto flagrei pastores proibindo sua comunidade de lerem meus folhetos. Usem de filosofia; o que está por trás desse receio? Por que esse medo? Pensem, pensem!
      A realidade é que eles temem que olhos sejam abertos, assim como os meus e de muitos outros irmãos foram, e vejam que para servir a Deus não necessitamos ser escravos do institucionalismo religioso.
      Como escreveu Arthur Ford, citado por R. N. Champlim:
                          “Da covardia que teme novas verdades,
                            Da preguiça que aceita meias-verdades,
                            Da arrogância que pensa conhecer toda a verdade,
                            Ó Senhor, lívra-nos.”
        Em Cristo
        Francisco Rodrigues Filho

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

A verdade sobre a Ceia do Senhor


A verdade sobre a Ceia do Senhor

Recentemente, estive freqüentando um edifício religioso, que está passando por uma reforma, e se concluída, logo se tornará uma bela catedral, e nessa oportunidade, tive a chance de participar de um ritual legalista religioso e hipócrita, que eles denominam de “Ceia do Senhor ou Santa Ceia”, onde, fui muito criticado pelo meu comportamento em relação à liturgia, ou seja, no modo como o ritual era ministrado.

As objeções surgiram, quando, antes do sacerdote, ou melhor, sacerdotisa, que na ocasião, era uma mulher que ministrava a cerimônia, ler o trecho bíblico de 1Co 11.23..., onde, ninguém, jamais, em tempo algum, poderia comer aquele minúsculo pedaço de pão e beber aquele copinho com suco de frutas cítricas industrializado com sabor de uva. O sistema clerical moderno quer impor na marra, que tudo aquilo feito naquela reunião e em muitas outras pelo mundo, é um momento genuinamente cristão denominado de Ceia do Senhor.

Mas, na verdade, o que é a Ceia do Senhor? Existe alguém hoje que celebra esse sacramento ou ordenança seriamente hoje? Essas e outras perguntas serão respondidas a luz da palavra de Deus e do testemunho histórico.

Basta uma leitura atenta do texto Bíblico para logo poder perceber que a Ceia tinha um lugar especial na vida dos cristãos do primeiro século, e de acordo com as mais deferentes tradições eclesiásticas de nosso mundo moderno, ela pode ser tomada semanalmente, mensalmente ou até mesmo anualmente, mas no texto Bíblico Também podemos perceber essas tradições, mas o que importa aqui não são tradições e sim a importância e a forma de cear dos cristãos, e também, não menos importante, o significado. Frank Viola dá um conceito muito legal sobre a ceia quando diz:

“O partir do pão também nos recorda da cruz de nosso Senhor. O pão é feito de trigo moído. O vinho, de uvas pisadas. Ambos os elementos representam morte. Quando através da Ceia, comemos da carne de Cristo e bebemos o seu sangue, recebemos sua vida que nós é comunicada (Jo 6.53). Este é o princípio da ressurreição: a vida que brota da morte.”

Hoje em nosso mundo gospel, esse conceito não existe mais, pois o momento da Ceia tornou-se, principalmente em ambientes pentecostais, à hora da revelação e lavagem de roupa suja, onde os agregados da congregação são ameaçados com a morte física e doenças se caso tome a Ceia indignamente. Mas, quanto à explicação desse misticismo, será assunto de outra publicação em breve. Com isso, a igreja torna-se num lugar sombrio, onde se observa quem tomará ou não a Ceia, pois é o momento ideal para se identificar pecados na igreja. E o pior de tudo, é a hipocrisia de quem ministra, pois está muito interessado em saber quais são os possíveis escândalos da igreja que serão revelados através do medo e achando que está sendo o mais santo de todos por ser um sacerdote de meia tigela.

Uma leitura atenta de 1Coríntios 11, derruba por terra toda essa farsa que é a atual Ceia de nossas instituições eclesiásticas, e desmascara esses falsos profetas, lobos devoradores travestidos de ovelhas, mercadores e traficantes da Palavra. 1Coríntios 11 deixa bem claro que os cristãos primitivos se reuniam para tomar a Ceia como uma refeição! Alguns apressadinhos comiam e nem esperavam os atrasados chegarem e outros até bêbados ficavam (1Co 11.21-22). Agora pense um pouco! Poderia um cristão ficar bêbado com um simples copinho de suco de frutas cítricas com sabor de uva e se fartar com um pedacinho de pão? Claro que não! Então, já começa com tudo errado essas reuniões cerimoniais denominadas de Ceia, pois é menos gasto para uma congregação de 100 pessoas comerem um simples pedacinho de pão e um copinho minúsculo de suco. Ora, quanto seria para os cofres eclesiásticos a cada reunião um banquete para 100 pessoas? Com certeza esse gasto mensal quebraria a banca e não haveria dinheiro para a mesada do sacerdote fiscal dos negócios de Deus aqui na terra.

Com essas atitudes eclesiásticas hodiernas, podemos perceber claramente a verdadeira intenção desses comerciantes da fé em ministrar a “ceia” em nossos dias. Para entender-mos melhor, veremos o que é a Ceia do Senhor.

Os cristãos tomavam a refeição simbólica da Ceia do Senhor para  relembrar e comemorar a Última Ceia, na qual Jesus e seus discípulos observaram a tradicional festa judaica da Páscoa[1]. Na Páscoa os judeus regozijavam-se porque Deus os havia libertado de seus inimigos na terra do Egito. Na  Ceia do Senhor, os cristãos celebravam o modo como Jesus os havia libertado do pecado e sua esperança pelo dia quando Cristo haveria de vir   (1Co 11.26).  A princípio, a Ceia do Senhor era uma refeição completa que os cristãos partilhavam em suas casas[2]. Cada convidado trazia um prato para a mesa comum. A refeição começava  com oração e com o comer de pedacinhos de um único pão que representava o corpo partido de Cristo. Encerrava-se a refeição com outra oração e a seguir participavam de uma taça de vinho, que representava o sangue vertido de Cristo.

Algumas pessoas comentavam que os cristãos estavam participando de um rito secreto quando observavam a Ceia do Senhor, e inventaram estranhas histórias a respeito desses cultos. O imperador Trajano proscreveu essas reuniões secretas por volta do ano 100 dC. Nesse tempo os cristãos começaram a observar a Ceia do Senhor durante o culto matutino de adoração, aberto ao público.[3]

Assim era Ceia que Jesus havia ensinado e praticado com os apóstolos no Cenáculo. Era o partir do pão entre os irmãos, tudo feito "com alegria e singeleza de coração", longe dos ritualismos do templo e das regras cerimoniais da religião. A partir de metade do século II, essa prática simples e natural feita entre os irmãos, de partir o pão e beber o vinho em memória de Cristo, foi recebendo elementos místicos[4]. Alguns, entre eles, Tertuliano e Orígenes, começaram a ensinar que o pão e o vinho, após serem consagrados por meio de oração, se transmutavam no próprio corpo e sangue de Jesus através de um processo místico. Uma doutrina que não havia sido ensinada nem por Jesus nem pelos Seus apóstolos.
 Então, com o andar dos séculos, a Ceia foi perdendo sua forma original. A simplicidade, alegria e singeleza de coração no partir do pão nas casas foram abandonadas descaradamente em função do misticismo, cerimonialismo e liturgia institucional. Atualmente, com a deturpação sofrida não somente por essa prática, mas por muitas outras, a narrativa de Atos 2:42-46 pode até causar espanto. Pessoas partindo o pão em suas casas, com alegria e singeleza de coração??? Isso não pode ser a Santa Ceia!!! Cadê o templo? O altar ou púlpito devidamente adornado? Tinha algum líder devidamente credenciado e vestido para celebrar essa cerimônia[5]?
 E a liturgia? Poderão questionar alguns, condicionados pela religião a pensar que a Ceia é uma ritual cheio de regras, maneirismos, misticismos e tantos outros "ismos" que vemos nas igrejas atuais[6]...
 A Ceia era a manifestação externa daquilo que aqueles irmãos já viviam em sua rotina diária[7]. Lucas nos mostra que "todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum" (Atos 2:44). Não havia divisões nem sectarismos. Logo, a Ceia era uma manifestação externa daquilo que eles já viviam espiritualmente como Igreja. Não havia necessidade de rituais vazios.
Se fôssemos ao 1º século e víssemos como os irmãos celebravam a Ceia, perceberíamos a gritante diferença que há entre aquela sincera celebração e o ritual no qual se transformou hoje. Nos primórdios da Igreja, a Ceia estava inserida numa autêntica refeição. Os irmãos se reuniam, comiam juntos e, inserido nesse momento de alegre refeição coletiva, compartilhavam um pão e um cálice de vinho, como forma de comunhão, em memória de Cristo. Sem cerimonialismos, palavras decoradas, constrangimentos ou qualquer tipo de misticismo. Algo simples, mas, ao mesmo tempo, profundo.

Então, a Ceia está inserida num contexto maior de verdadeira comunhão. Se não houver verdadeira e genuína comunhão no seio da Igreja, a celebração da Ceia perde o seu significado. Com o passar dos anos, essa prática foi virando um ritual, realizado exclusivamente por "homens especiais" devidamente autorizados a realizá-lo, adotando todo o ritualismo próprio das religiões e dos religiosos, participando desse ritual, geralmente realizado num templo, pessoas que, muitas vezes sequer se conhecem ou mantém qualquer comunhão no dia a dia[8]...

Que o Senhor Jesus nos guie à verdadeira comunhão que deve existir em Sua Igreja. Uma comunhão sem sectarismos, dissensões, denominacionalismos, institucionalismo, vaidades pessoais e os rituais e conceitos próprios das grandes religiões. A Igreja de Cristo não é uma religião. É comunhão sincera entre irmãos, que pertencem a um mesmo Corpo e Senhor. A celebração da Ceia deve estar inserida nesse contexto. Se não estiver, não passa de um dentre as centenas de rituais vazios feitos em nome de Deus.
Então, com tudo isso, pode existir alguma verdade nas igrejas institucionais de nossos dias?

sábado, 10 de novembro de 2012

Compilador e escritor dos Folhetos "Convite à Loucura".


FRANCISCO RODRIGUES FILHO é motorista carreteiro, casado e pai de três filhos. Nasceu no Ceará, em Abril de 1971. Fez bacharelado em teologia por quase oito anos em faculdade Batista, foi missionário plantador de igreja durante cinco anos no interior do Rio Grande do Norte, é um eterno estudante da Bíblia, livre pra pregar o Evangelho puro e simples, pregador da Palavra e servo de Jesus Cristo.

Devemos ser testemunhas de quem?


Convite à Loucura Nº31 Os Cristãos devem ser Testemunhas de Jeová? 
    Vou procurar ser o mais conciso possível. Algumas pessoas dizem ser testemunhas de Jeová e procuram persuadir a outras a que sejam também! Dizem eles que todos estão errados em adorar o Deus da Bíblia e que eles são os únicos a adorarem Deus como realmente ele merece! Será? É o que veremos nesse folheto.
Testemunhas de Cristo Jesus.
     “Vós sois minhas testemunhas, diz o SENHOR, o meu servo a quem escolhi; para que saibais, e me creiais, e entendais que sou eu mesmo, e que antes de mim deus nenhum se formou, e depois de mim nenhum haverá.” Isaías 43.10.

      Os Israelitas sempre foram testemunhas de Jeová, eles não falharam nessa tarefa. Contudo a questão é; nós os cristãos devemos ser testemunhas de Jeová? De acordo com a Bíblia, não. Devemos ser sim testemunhas de Jesus Cristo, Atos 1.8, “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.”

     Ser testemunha de Cristo em todo mundo é o dever de todo cristão fiel.

       O foco do nosso testemunho é a ressurreição de Jesus Cristo. Atos 2.32; 3.15; 5.32; 10.39-43; 13.30-31. Nós do Convite à Loucura somos testemunhas de Cristo.
O Nome de Jeová.
       Andam de porta em porta ensinando suas doutrinas heréticas e uma delas é a questão do nome de Deus. Vamos à Bíblia!

a)     - A Bíblia, referindo-se a Jesus, diz que não há outro nome, pelo qual importa que sejamos salvos, Atos 4.11-12.

b)    - É por meio do nome de Jesus que recebemos remissão do nossos pecados, Atos 10.43.

      c) - A verdadeira Igreja deve se reunir em nome de Jesus, Mateus 18.20; 1Coríntios 5.4.

      d) - Na tribulação dos últimos tempos, os cristãos serão odiados por causa do nome de Jesus, Marcos 13.13; João 15.21; 1Pedro 4.14.

       e) - Para sermos filhos de Deus, devemos crer no nome de Jesus, João 1.12; 3.18. E aí por diante, poderíamos encher dez folhetos mostrando que; o que importa para o cristão é o nome de Jesus e não o de Jeová.

        O verdadeiro nome de Deus é o tetragrama, hebraico, YWHW. E esse nome é tão sagrado para o Israelita que eles nem ousavam pronunciá-lo, por isso eles preferem O SENHOR. Veremos o que realmente importa para os cristãos.

O Exemplo do Senhor Jesus.
         O Senhor Jesus nunca iniciou suas orações dizendo: “Deus Jeová.” Ou “Jeová Deus”, mas: “Pai.” Mateus 11,25; 26.39-42; Lucas 10.21; 22.42; 23.34-46; João 11.41; 12.27-28; 17.1-26. A oração modelo foi iniciada da seguinte maneira; “Pai nosso”, (Mateus 6.9; Lucas 11.2), e nos dá a conclusão de que o nome real de Deus não precisa ser invocado, principalmente com tanto destaque como ensinam as Testemunhas de Jeová. Não é necessário ser muito inteligente para deduzirmos que se fosse tão importante pronunciar o nome de Jeová, Jesus teria nos ensinado. Além do mais, o nome dado aos cristãos para que fosse invocado na nova aliança é o do Senhor Jesus; “Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai.”  Filipenses 2.9-11.

Trindade.
       Os adeptos das Testemunhas de Jeová, e outras seitas heréticas, não creem na Trindade por não entendê-la como querem! Esse estudo se dirige a todos eles.

       É verdade que a palavra Trindade não está na Bíblia. No entanto, nem sequer a palavra bíblia está na Bíblia! E nem por isso deixaremos de crer na Bíblia. Não me deterei (por enquanto) a explicar o que seja Trindade. Até por que, existem milhares de livros tentando explicar essa difícil doutrina.

Perguntas que não querem calar!
       O que farei é algumas perguntas, e se forem respondidas de uma forma bíblica e convincente por esses hereges, seremos ganhos para a sua religião. Renegarei tudo o que escrevi e serei um deles! Então vamos lá!

       1)-Por que o verbo do capítulo 1 de João, que é Jesus, tem prerrogativas de Deus? O verbo é eterno v.1, é criador v.3; Colossenses 1.16-17; Hebreus 1.2. Como a Bíblia diz que Jesus é criador, enquanto que Isaías 44.24, diz que Deus Pai fez tudo sozinho?
       2)-Como pode, Lucas 2.11; Filipenses 3.20; 2Timóteo 1.10; 1João 4.14; e muitos outros textos dizerem que o Senhor Jesus é Salvador, e Isaías 43.11 e Isaías 45.21, dizem claramente que não há outro Salvador além de Jeová?

       3)-Gostaria que nos explicasse o porquê que em Isaías 42.8 e 48.11, diz que a Glória pertence a Jeová e que ele não a reparte com ninguém; enquanto que em João 17.5; o próprio Jesus reivindicava a Glória que ele repartia com Jeová, antes que houvesse mundo. Ou seja; no início, Jesus repartia essa Glória com Jeová.

       4)-Se o Deus Pai, Jeová é o “Senhor dos senhores”, Deuteronômio 10.17; Salmos 136.3. Como  pode, Jesus, o cordeiro, também ser o “Senhor dos senhores?”; Apocalípse 17.14; 19.16.

       5)-Qual a explicação para esses versículos; Mateus 1.23, Jesus é Deus conosco. João 20.28, Tomé chama Jesus de Deus e Senhor. Tito 2.13, diz que Jesus é o Grande Deus e Salvador. 2Pedro 1.1, diz que Jesus é Deus Salvador. 1João 5.20, diz que Jesus é o verdadeiro Deus e a vida eterna. Apocalípse 1.8, diz que; aquele que há de vir, ou seja, Jesus; é o Senhor Deus, e, é Todo Poderoso.

       6)-Como pode ser explicado toda essa igualdade do Pai com o Filho? João 5.17-18; 23; 10.30; 14.8-9; 1João 2.22-23; Colossenses 1.15; 2.9.



        O próprio Jesus diversas vezes disse, claramente, ser Deus. A prova disso é que os Judeus achando isso uma blasfêmia, queriam apedrejá-lo. João 8.58-59 e João 10. 31-33. Se Jesus não estava dizendo ser Deus, por que então os Judeus queriam apedrejá-lo?

       Existem muitas outras questões que só a doutrina da Trindade Divina pode explicar, no entanto ficaremos só com essas que já são o bastante para calar aqueles que não crêem na Trindade nem que Jesus é Deus Todo Poderoso.

       Traga uma resposta convincente para cada questão, e nos ganhará para sua religião. Se vocês não têm respostas Bíblicas para essas perguntas, eu tenho; a Trindade é a única explicação Bíblica.

       Em Cristo

       Francisco Rodrigues Filho

sábado, 27 de outubro de 2012

CONTATOS: SÓCRATES R.L

“igrejas”: Máquinas de estuprar cérebros, almas e transformar vivos em cadávereshospedagem de site gratis html  


Como consequência, o templo, o sacerdócio e o sacrifício do Judaísmo cessaram com a vinda de Jesus Cristo. Cristo é o cumprimento e a realidade de tudo isso. No paganismo Greco-romano. Estes 3 elementos também estavam presentes: Os pagãos tiveram seus templos, seus sacerdotes e seus sacrifícios. Foram apenas os cristãos que descartaram todos estes elementos. Poder-se-ia dizer que o cristianismo foi a primeira religião sem templos. Na mente do cristão primitivo, era a pessoa que constituía o espaço sagrado, não a arquitetura. Os primeiros cristãos entendiam que eles mesmos — coletivamente — eram o templo de Deus e a casa de Deus. Notavelmente, em nenhuma parte do NT, encontramos os termos “igreja” (ekklesia), “templo”,ou “casa de Deus”, usados para referir-se a edifícios próprios. Ao ouvido do cristão do século I, descrever um edifício como ekklesia (igreja) seria como chamar uma mulher de arranha-céu! O uso inicial da palavra ekklesia (igreja) para referir-se a um lugar de reunião cristã ocorre no ano 190 d.C. por Clemente de Alexandria (150-215). Clemente foi a primeira pessoa a utilizar a frase “ir à igreja”, que era um pensamento alheio ao crente do século I. (Ninguém pode deslocar-se a um lugar que é ele mesmo! Ao longo do NT, ekklesia sempre se referiu a uma assembleia de pessoas, não a um lugar!). Isso despertou nesses hereges, a falta de integridade moral, social e ideológica, pois eles não têm temor a Deus e muito menos crer que Deus existe. Estão ali somente pela profissão de pastor explorando as pobres almas oprimidas pelo capitalismo, com ameaças de maldição baseadas em textos bíblicos do antigo testamento.  Algumas dessas almas sofrem uma lavagem cerebral tão grande, que mesmo discernindo todas as falcatruas, explorações voluntárias de pobres crédulos, etc... Ainda continuam pelo status promovido pelo clero, pois logo de início, passam por uma alienação chamada de discipulado, que estupram seus cérebros com doutrinas heréticas de demônios, que o crente não pode isso... Não pode aquilo... E chega um momento em que ele só ver que o que não é pecado é estar dentro do templo, que em minha sincera opinião... É onde estar o maior número de pecados que um ser humano pode cometer. 


Constantino — Pai do Edifício da “igreja”             
      A história de Constantino (285-337 d.C.) abre uma página tenebrosa na história da cristandade. Foi ele quem iniciou a construção dos edifícios eclesiásticos. A história é assombrosa. Quando Constantino entrou em cena, era favorável que os cristãos escapassem de sua condição de desprezo e de minoria. A tentação pela aceitação foi por demais forte para resistir e a bola de neve constantiniana começou a rolar. Em 312 d.C., Constantino tornou-se César do Império Ocidental. Em 324, ele tornou-se Imperador de todo Império Romano. Pouco tempo depois ele começou a ordenar a construção de edifícios de igreja. Ele fez isso para promover a popularidade e a aceitação da cristandade.             
É importante entender a tática de Constantino — porque ele foi o útero que concebeu o edifício da igreja. O pensamento de Constantino era dominado pela superstição e pela magia pagã. Mesmo após tornar-se Imperador, ele permitiu às velhas instituições pagãs permanecerem como eram antes. Mesmo após sua conversão ao cristianismo, Constantino nunca abandonou sua adoração ao deus sol. Ele manteve a imagem do sol cunhada na moeda. Ele montou uma estátua do deus sol que sustentava sua própria imagem no Foro de Constantinopla (sua nova capital). Constantino também mandou construir uma estátua da deusa Cibele, (embora apresentada em postura de adoração cristã). (Historiadores continuam a debater se Constantino foi ou não um genuíno cristão. O fato de ter ordenado a execução de seu filho mais velho, seu sobrinho, e seu cunhado, não fortalece o expediente no que diz respeito à sua conversão. Mas não estamos aqui para levar avante esse tipo de discussão). Em 321 d.C., Constantino decretou o domingo como dia de descanso — um feriado legal.  Parece que a intenção de Constantino era honrar ao deus Mitras, o Sol Invencível. (Constantino descreveu o domingo como “o dia do sol”). Confirmando sua afinidade com a adoração do sol, as escavações de São Pedro de Roma descobriram um mosaico de Cristo como o Sol Invencível. Praticamente até o dia de sua morte Constantino “agia como um sumo sacerdote pagão”. Na realidade ele detinha o título pagão de Pontifex Máximus, que significa o chefe dos sacerdotes pagãos! (No século XV este mesmo título chegou a ser o título honorífico do Papa Católico). Constantino usou decorações e rituais tanto pagãos como cristãos na dedicatória de sua nova capital, Constantinopla. Ele utilizou fórmulas de magia pagã para proteger as colheitas e sanar as enfermidades.  Além disso, toda evidência histórica indica que Constantino era egomaníaco. Quando construiu a nova “Igreja dos Apóstolos”, ele erigiu monumentos aos doze Apóstolos, os quais ladeavam um único sepulcro central.     
        
Então, com tudo isso, pode existir alguma verdade nas igrejas institucionais de nossos dias?hospedagem de site gratis html

Mande seus comentários, perguntas e reclamações para: 
E-mail: socratesfilosofo@hotmail.com.br / o_bereiano@yahoo.com.br 
E para o blog: www.socratesrandinely.blogspot.com 
Fones: (84) 9641-0661 , 8143-2192 ou 9189-2185


Convite à loucura!
Estamos convencidos de que o pior mal, tanto para a humanidade quanto para a verdade e o progresso, são as " igrejas". Poderia ser de outra forma? Pois não cabe as "igrejas". A tarefa de perverter as gerações mais novas e especialmente as mulheres. Não são elas que, através de seus dogmas, suas mentiras, sua estupidez e sua ignomínia tenta destruir o pensamento lógico e a ciência? Não são elas que ameaçam a dignidade do homem, pervertendo suas idéias sobre o que é bom e o que é justo? Não são elas que transformam os vivos em cadáveres ,despreza a liberdade e prega a eterna escravidão das massas em benefício dos tiranos e dos exploradores? Não são essas mesmas "igrejas" implacáveis que procuram perpetuar o reino das sombras, da ignorância, da pobresa e do crime? Se não quisermos que o progresso seja, em nosso século, um sonho mentiroso, devemos acabar com as "igrejas".   SÓCRATES RANDINELY DE LUCENAviagem